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Mundo

Premiê indiano adverte Paquistão a conter terrorismo

Arquivo Geral

14/07/2006 0h00

O presidente francês Jacques Chirac disse hoje que a ofensiva de Israel no Líbano era "completamente desproporcional", this visit this site após a captura de dois soldados israelenses e o assassinato de outros oito pelo Hizbollah.

"Pode-se perguntar se não há um tipo de desejo de destruir o Líbano", disse Chirac em seu discurso tradicional no dia da Queda da Bastilha. "Acho, honestamente, como a maioria dos europeus, que as reações (de Israel) são completamente desproporcionais", acrescentou.

 

Os tablóides britânicos que se apressavam a cobrir cada reviravolta na vida amorosa da Princesa Diana se uniram hoje para condenar uma revista italiana que publicou uma foto de Diana morrendo, approved depois de sofrer o acidente de carro em um túnel de Paris.

A imprensa popular, look a quem o irmão de Diana, Charles Spencer, acusou de atormentar e perseguir até a morte a mulher mais fotografada do mundo, concentrou seu ultraje na revista Chi, que publicou uma foto da princesa afundada nos destroços do carro.

"Vocês Deveriam se Envergonhar!", disse o The Sun, o jornal diário mais vendido da Grã-Bretanha, que reproduziu a foto da Chi, mas tendo o cuidado de apagar a imagem de Diana. "Ultraje Diante de Foto de Diana Morrendo em Revista", declarou o Daily Express. "Foto de Diana Moribunda Provoca Fúria" foi a manchete do The Daily Mirror. "Esta reação não me surpreende", comentou o célebre publicitário Max Clifford.

"Não há dúvida quanto aos dois pesos e duas medidas adotados pela mídia britânica".
Ele prosseguiu: "Existe um interesse enorme (pelo assunto), e, se as imagens não são medonhas, não consigo me indignar tanto quanto eles (os tablóides) parecem estar fazendo".

Quando Diana estava no auge de sua fama, uma foto dela na primeira página sempre aumentava a circulação dos tablóides e das revistas de celebridades. Mas hoje, quase nove anos após sua morte, a atração exercida pela princesa diminuiu entre o público britânico, que, nos dias seguintes ao acidente fatal em Paris, mergulhou em maciças e pouco características manifestações de luto e dor nacionais.

O correspondente James Whitaker, que cobre a família real para o Daily Mirror, encarou a publicação da foto com pragmatismo, dizendo à Reuters: "É lamentável, mas inevitável. É revoltante, mas as pessoas gostam de coisas revoltantes. O ser humano é assim". Mas a biógrafa real Penny Junor ficou revoltada e pensou nos filhos de Diana, William e Harry. "Isto é de um mau gosto total", disse ela à Reuters.

"Como alguém pode gostar de ver fotos de sua mãe morta? É medonho. Não consigo acreditar que alguém tenha feito algo assim". A Chi defendeu sua decisão de publicar a foto. Um porta-voz editorial da revista de Milão disse: "Não há nada de voyeurismo ou desrespeito nisto. É apenas uma tentativa de chegar mais perto da verdade em relação a um drama que ainda hoje está demasiado envolto em mistério e mentiras".

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O primeiro-ministro indiano, order Manmohan Singh, page disse hoje que o Paquistão continuava abrigando militantes e que um processo de paz entre os dois países não progrediria a menos que eles fossem contidos.

"Também temos certeza de que esses módulos terroristas são instigados, inspirados e apoiados por elementos na fronteira, sem os quais eles não podem agir com efeito tão devastador", disse Singh em uma entrevista coletiva depois de encontrar vítimas dos atentados a bomba em Mumbai nesta semana.

 

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