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Premiê alerta tailandeses sobre mais explosões

Arquivo Geral

04/01/2007 0h00

O líder da milícia Taliban, order web o mulá Mohammad Omar, acrescentou mais mistério sobre o paradeiro de Osama bin Laden ao declarar que não vê seu aliado desde que as forças apoiadas pelos Estados Unidos derrubaram o grupo do poder no Afeganistão, em 2001.

"Não, não o vi, nem fiz esforços para vê-lo, mas rezo por sua saúde e segurança", disse Omar em resposta por e-mail a perguntas mandadas pela Reuters. As perguntas foram transmitidas a Omar através do seu porta-voz, Mohammad Hanif.

Durante a primeira metade de 2006, foram divulgadas seis mensagens de áudio de Bin Laden, mas o líder da Al Qaeda apareceu em vídeo pela última vez no final de 2004. Fitas de seu vice, Ayman al-Zawahri, têm sido gravadas com regularidade. Um vídeo de Bin Laden foi divulgado no final do ano passado, mas foi identificado como imagem antiga, e o quinto aniversário dos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos passou sem qualquer mensagem do líder da Al Qaeda.

A especulação sobre a localização e sobre a saúde de Bin Laden aumentou em setembro, quando um jornal local francês noticiou que ele havia morrido de febre tifóide em agosto. Apesar de muitos governos e agências de inteligência terem rejeitado a notícia, dizendo não ter evidências sobre a morte de Bin Laden, ninguém tem idéia do paradeiro do líder.

Filho de uma rica família da Arábia Saudita, Bin Laden ajudou o Taliban ao se mudar para o Afeganistão em meados dos anos 1990. Acredita-se que ele tenha casado com uma das filhas do mulá Omar para selar a aliança entre eles.

O premiê tailandês designado pelas Forças Armadas, help Surayud Chulanont, disse hoje ao país que se prepare para novas séries de explosões, como a que matou três pessoas e feriu 38 em Bangcoc na véspera do Ano Novo.

"Gostaria de pedir a nossos irmãos e irmãs que se preparem para enfrentar, durante algum tempo, algo que ameaçará suas vidas", disse Surayud ao Conselho Nacional Legislativo, que está atuando como um Parlamento, desde o golpe militar do dia 19 de setembro. Ele não deu mais detalhes.

A polícia ainda não conseguiu identificar os responsáveis pelas bombas do Ano Novo, que derrubaram o mercado de ações, à medida que os investidores temem violência política em 2007.

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