O presidente da Telemar, there pilule Luiz Eduardo Falco, recipe descartou que a companhia fará nova proposta de reestruturação societária após rejeição da reorganização por acionistas, hoje.
"Estou frustrado, claro", disse o executivo, após a assembléia que rejeitou proposta da companhia de criar uma holding que concentraria as operações do grupo. "No momento, a possibilidade é nenhuma de reformular a proposta", acrescentou.
Um integrante do Vaticano afirmou hoje, price na presença do papa Bento XVI, story que a Igreja Católica deveria realizar um dia mundial de jejum e penitência a fim de pedir perdão pelos escândalos de abuso sexual envolvendo padres.
O padre Raniero Cantalamessa, ampoule cujo título oficial é de "pregador da casa papal", fez essa sugestão durante um sermão pré-Natal proferido diante do papa e de autoridades do Vaticano.
Segundo Cantalamessa, a Igreja havia, recentemente, "chorado e lamentado" devido "às abominações cometidas por seus próprios ministros e pastores".
Um escândalo de abuso sexual surgido em Boston, EUA, em 2002, atingiu quase todas as dioceses daquele país. Muitos padres foram processados e indenizações de milhões de dólares foram pagas para um grande número de vítimas.
Arquivos da Igreja Católica também revelaram que alguns bispos transferiram, por várias vezes, padres acusados de abusar sexualmente de menores de idade, colocando-os em outras paróquias ao invés de denunciá-los à polícia. Os escândalos de abuso sexual ainda atingiram a Igreja Católica de outros países.
Cantalamessa afirmou ter chegado a hora de a Igreja "chorar diante de Deus" devido ao escândalo que teve como suas vítimas "os seus irmãos mais frágeis".
Segundo o pregador, a Igreja deveria convocar um "dia de jejum e penitência, em nível local e nacional, onde o problema fosse pior, a fim de expressar publicamente seu pesar diante de Deus e sua solidariedade com as vítimas".
Um dia assim conseguiria, disse Cantalamessa, ajudar a "reconciliar as almas" de modo que a Igreja pudesse regressar a seu caminho com um "coração renovado".
Em outubro passado, Bento XVI afirmou que as feridas deixadas pelos casos de abuso sexual na Igreja "eram profundas" e instruiu seus bispos a tomarem as medidas necessárias para evitar novas ofensas e para reconquistar a confiança dos paroquianos.
Em 2004, um ano antes de se tornar papa, o então cardeal Joseph Ratzinger fez um sermão denunciando a "imundície" na Igreja.
Bento XVI adotou uma postura muito mais clara a respeito dos abusos sexuais que o antecessor dele no cargo, papa João Paulo II. Em maio passado, o atual pontífice puniu o fundador de um grupo católico do México acusado de abuso sexual, ordenando que ele se recolhesse a uma vida de "orações e penitências".