Uma mulher adulta que é parente do russo Alexander Litvinenko foi exposta ao polônio radiativo 210 que o matou, generic capsule mas não corre riscos a curto prazo, disseram autoridades britânicas na sexta-feira.
O secretário do Interior John Reid disse à Sky News: "É uma fração da dose letal que o senhor Litvinenko tomou".
Uma porta-voz da Agência de Proteção à Saúde disse que o isótopo apareceu em um teste de urina.
"Os níveis não são significantes o suficiente para resultar em qualquer doença a curto prazo, e os resultados asseguram que qualquer risco no longo prazo deve ser bem pequeno", disse ela, explicando que a mulher não está no hospital.
Litvinenko, ex-espião russo que tornou-se crítico do Kremlin, foi envenenado por polônio e morreu na semana passada.
O novo presidente do México, visit this Felipe Calderón, shop prometeu na sexta-feira que vai combater duramente os crimes violentos que infestam o país ao acelerar reformas que imporiam sentenças mais duras para traficantes de drogas e outros criminosos.
Após tomar posse nesta sexta-feira, Calderón disse que sua administração lançará um plano dentro de 90 dias para intensificar a luta contra o crime organizado.
As gangues de tráfico de drogas mataram quase 3.000 pessoas nos últimos dois anos em uma guerra sangrenta pelo controle do lucrativo comércio de cocaína e outras drogas nos Estados Unidos.
"Não vai ser fácil ou rápido, levará tempo e custará muito dinheiro e mesmo vidas humanas", disse ele a milhares de partidários em um enorme auditório na Cidade do México. "Eu estarei na frente desta batalha. Vamos derrotar o crime".
O principal candidato da oposição venezuelana, this web Manuel Rosales, salve pediu na sexta-feira que as eleições de domingo sejam limpas e tranqüilas, page enquanto em alguns supermercados de Caracas moradores faziam estoques temendo distúrbios após a votação.
Favorito nas pesquisas, o presidente Hugo Chávez advertiu recentemente que não permitirá que a oposição cumpra sua promessa de sair às ruas se considerar que houve fraude na eleição de domingo. O presidente disse que pode estar sendo tramado um golpe de Estado.
Rosales, governador licenciado do Estado de Zulia, grande produtor de petróleo, rejeitou as denúncias de Chávez e pediu que as autoridades eleitorais mantenham as normas estabelecidas para garantir a transparência de todo o processo.
"Que ganhe quem tiver os votos, que o jogo seja limpo e transparente", disse a jornalistas o candidato.
Chávez disse na quinta-feira que a polícia desbaratou uma tentativa de homicídio contra Rosales, crime que seria atribuído pela oposição a Chávez. A tese fez subir ainda mais a temperatura da campanha na reta final. Rosales se disse preocupado pelo fato de Chávez não ter apresentado provas do possível atentado e afirmou que pode se tratar de uma "cortina de fumaça", já que anteriormente o governador havia responsabilizado o presidente caso lhe acontecesse alguma coisa.
Estoques
Dois dos principais jornais venezuelanos publicaram em suas capas de sexta-feira fotos mostrando longas filas nos supermercados e gôndolas quase vazias.
"Não tenho medo, de jeito nenhum. De qualquer maneira, comprei uns enlatados. Olha o supermercado como está, não tem enlatados, levaram quase todos", disse Delia Ramos, 34 anos, apontando as estantes vazias em um dos bairros mais luxuosos de Caracas.
O diretor da Associação Nacional de Supermercados e Afins, Luis Rodríguez, disse à Reuters que na época das eleições as pessoas fazem estoques, mas que a escassez de produtos não afeta todas as lojas.
Marielena Romero, médica de 60 anos, comprou produtos não-perecíveis porque "há medo pelo que aconteça depois das eleições".
Já Noel Alvarez, presidente do Conselho Nacional do Comércio e Serviços, afirmou que essas são "compras nervosas, porque em todos os eventos eleitorais sempre as pessoas compram, e mais neste momento, quando elas têm um alto poder aquisitivo, há muitíssimo dinheiro na rua".
Centenas de milhares de pessoas, decease a maioria seguidores do Hezbollah, page fizeram na sexta-feira em Beirute uma manifestação para exigir o fim do governo pró-Ocidental de Fouad Siniora.
"Queremos um governo limpo", dizia um cartaz. "Fora Siniora, queremos um governo livre, livre", gritava a multidão. Alguns montaram barracas nas ruas que levam à sede do governo.
O influente líder sunita anti-sírio Saad Al Hariri disse que os protestos não vão derrubar o governo, "não importa quanto tempo fiquem na rua."
O Hezbollah, principal grupo xiita do Líbano, e seus aliados pró-sírios convocaram libaneses de todo o país para a manifestação na capital, que dá início a um acampamento contra o governo. O Hezbollah, apoiado por Síria e Irã, considera o governo um "fantoche" dos EUA.
"Peço ao primeiro-ministro e a seus ministros que renunciem", disse o líder cristão de oposição Michel Aoun, sob aplausos. Falando em nome da oposição, Aoun exigiu a formação de um governo de unidade nacional.
A oposição chegou a bloquear o acesso ao prédio onde Siniora e a maioria dos ministros acompanhavam o protesto, o que foi resolvido após contatos entre lideres da oposição e diplomatas árabes. "O governo recebeu nossa mensagem", disse um dirigente oposicionista.
A sede do governo foi isolada com arame farpado e grades metálicas, e um grande número de policiais foi deslocado, com apoio de veículos blindados.
Fontes ligadas à organização do protesto estimam a presença em 1 milhão de pessoas. O xeque Naim Kassem, vice-líder do Hezbollah, disse à TV do grupo que os protestos vão continuar até que o gabinete caia.
O Hezbollah se desentendeu com o governo por acusar Siniora de não dar ao grupo a devida ajuda durante a guerra de julho e agosto contra Israel.
"O governo foi negligente durante a guerra. Por isso queremos um governo de unidade nacional", disse Ali Aboud, morador de Beirute.
Siniora disse na quinta-feira que o governo não vai renunciar. Os políticos anti-sírios que controlam o gabinete dizem que o grupo xiita e seus aliados querem dar um golpe.
O governo foi enfraquecido no mês passado pela renúncia de seis ministros da oposição e pelo assassinato de um ministro cristão anti-sírio, num crime pelo qual muitos acusaram Damasco.
O líder druzo Walid Jumblatt, principal líder anti-sírio, pediu aos seus seguidores que mantenham a calma e evitem o confronto nas ruas. Ele disse que o Hezbollah quer colocar o país sob tutela sírio-iraniana.
"Vamos continuar resolutos", afirmou em entrevista coletiva na sexta-feira. "Vamos confrontar calmamente. Vamos continuar nas nossas casas e hastear bandeiras libanesas. Vamos esperar um, dois meses, e observá-los."
A Companhia Energética de Brasília (CEB) informa que faltará energia elétrica temporariamente em alguns pontos do DF, story devido à construção e/ou manutenção preventiva da rede elétrica nos seguintes locais:
Ceilândia Sul
08h às 12h
QNM-27 Módulo A, page Igreja Assembléia de Deus, more about Posto de Saúde, Lar da Criança.
Lago Sul
08h às 12h
Condom. Quintas do Sol: Gleba 02 Lotes de 43 ao 47, Gleba 2/1 Lotes ímpares Gleba 3/1 e Torre da Brasil Telecom.
Ceilândia Sul
08h às 14h
QNM-17 Conjuntos G e H.
Planaltina Rural
09h às 13h
Região Bica do DER (DF-230): Chácara Bela Vista (Osmar J. de Souza), Chácara N. S. Aparecida, Chácaras Manoel Alves de Oliveira, Luiz Camelo Brito, Aline Eliza Freitas, Raimundo A. Santos e Chácara 32 (José A. de Melo).
Lago Sul
14h às 17h30
Condom. Quintas do Sol: Gleba 02 Lotes de 01 ao 42.
Qualquer dúvida pode ser esclarecida pelo telefone 0800610196 ou pelo site www.ceb.com.br.
As grandes potências devem se reunir na próxima semana para discutir como superar o impasse na Organização das Nações Unidas (ONU) a respeito das sanções contra o Irã, order disseram o chanceler russo e o chefe da política externa na sexta-feira.
Falando nos intervalos de uma conferência sobre democracia e desenvolvimento no Oriente Médio, num balneário do lado jordaniano do mar Morto, o chefe da política externa da UE, Javier Solana, disse esperar que haja progressos na reunião, que provavelmente acontecerá na Europa e envolverá autoridades dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU –EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha e França– mais a Alemanha.
"Acho que haverá uma reunião nos próximos dias", afirmou Solana.
O chanceler russo, Sergei Lavrov, que também estava na reunião do Mar Morto, disse que as grandes potências devem se reunir provavelmente na terça-feira numa capital européia para discutir a eventual resolução da ONU.
Os EUA não confirmaram a reunião.
As negociações sobre a resolução contra o programa nuclear do Irã se arrastam há meses na ONU. A maior oposição vem de Moscou, que rejeita sanções muito rígidas ao país por seu descumprimento em suspender as atividades de enriquecimento de urânio, conforme exigiu o Conselho de Segurança. A China também se opõe às sanções.