A popularidade da presidente argentina, here Cristina Fernández, melhorou nos primeiros dias de Governo, chegando a 74,6%, segundo duas pesquisas divulgadas hoje.
A pesquisa realizada pela empresa de consultoria “CEOP” indica que a popularidade da presidente se situa em 74,6%, um número superior aos 68,7% registrados no momento em que tomou posse, em 10 de dezembro.
Já a empresa de consultoria Analogías indicou que a popularidade subiu 8 pontos nos últimos 20 dias, ao passar de 64% a 72%.
Para 81,7% dos entrevistados, a chefe de Estado “atua com firmeza”, enquanto 76,5% disseram que a presidente “quer que a indústria cresça e que o país produza”, segundo a pesquisa da Analogías, divulgada hoje pelo jornal “La Nación”.
Fabián Perechodnik, um dos diretores da empresa de consultoria Poliarquía, opinou que a subida da popularidade de Cristina se deve “à grande exposição que mantém desde que assumiu, muito diferente a suas poucas aparições na campanha eleitoral, e a um discurso com um tom mais conciliador e aberto” que o de seu marido, Néstor Kirchner.
A presidente venceu as eleições de outubro com 45% dos votos.
A insegurança é a principal preocupação para 64,4% dos entrevistados, e 43,23% deles gostariam de pedir a Cristina que se ocupe desta situação.
De acordo com a pesquisa da “CEOP”, 63,1% dos argentinos consideram que a luta do Governo contra a inflação foi um “fracasso”.
Segundo números oficiais, a inflação anualizada da Argentina se situou em novembro em 8,5%, embora os números fornecidos pelo Governo tenham sido colocados em dúvida por economistas, associações de consumidores e os próprios empregados da entidade que mede os preços ao consumidor.
A situação da educação (27,8 %) e o desemprego (25,2%) também ficaram entre as principais preocupações dos argentinos.