“O certo é que o Exército é uma instituição conservadora e prefere não gerar uma esperança excessiva, isso é correto”, explica jornal o ministro de Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski, para justificar o amplo período de permanência em solo afegão planejado pelos altos comandantes poloneses.
Varsóvia anunciou esta semana sua disposição de enviar 600 novos soldados ao Afeganistão, onde já conta com 2 mil efetivos, em resposta à solicitação de apoio lançada por Obama.
Esse aumento se completaria com a criação de uma reserva estratégica de mais 200 soldados, preparados para partir para a Ásia a qualquer momento.
O contingente polonês se concentra na região afegã de Ghazni, onde assumiram o controle depois da saída dos dos americanos.