Eles não souberam especificar o que seria essa integração, mesmo assim coincidiram em citá-la como um acontecimento certo no futuro e que seria “vital” para solucionar “problemas comuns” destes Estados, como “a difícil situação econômica” e a “mudança climática”.
Segundo os participantes do encontro, os políticos mais jovens -ou seja, eles mesmos- teriam uma “mentalidade renovada” em relação aos “líderes de há algumas décadas”, fundamental para avançar na integração latino-americana, sempre afirmada como uma certeza no futuro, e não como apenas uma possibilidade eventual.
Esta posição foi compartilhada por representantes de diferentes tendências políticas.
Assim, Alejandro Lafluf, do Partido Nacional uruguaio -mais conhecido como Partido Blanco, e de linha relativamente conservadora- disse que “a rebeldia dos jovens tem que ser política”.
O equatoriano Wilson Mayorga, do Partido Socialista Frente Ampla, insistiu, por sua vez, que esta propalada “associação latino-americana” deverá ser “não só econômica, mas também política e social”.
Neste sentido, o presidente das juventudes socialistas européias, Giacomo Filibeck, aconselhou-os a “não cometer os mesmos erros da União Europeia (UE)” se realmente quiserem conseguir uma “América Latina unida”.