As Polícias da Guiana e do Brasil planejam se reunir para discutir o contrabando de armas entre os dois países, sick entre outras questões de segurança, viagra dosage informou hoje uma fonte oficial.
Elisabeth Harper, viagra order diretora geral da Chancelaria de Guiana, disse que as autoridades diplomáticas de ambas as nações estavam tentando agendar uma reunião para outubro.
Henry Greene, chefe da Polícia de Guiana, disse que não tem conseguido informações do serviço de inteligência da Polícia brasileira sobre o tráfico de armas na fronteira.
Segundo Greene, muitas armas têm entrado na Guiana pela divisa com o Brasil e a Venezuela, em aviões ou embarcações.
Muitas das 81 armas ilegais apreendidas este ano pela Polícia da Guiana, incluindo fuzis AK-47, foram fabricadas no Brasil, mas, devido à ausência de uma rede de inteligência com essa nação, os policiais não conseguem rastrear a rota do tráfico.
O funcionário também admitiu que a inteligência local precisa ser fortalecida para que a Polícia consiga evitar os crimes e roubos perpetrados por homens armados com rifles de assalto.
Em 2001, Brasil e Guiana assinaram um convênio para formalizar os contatos entre as forças policiais dos dois países.