“Estamos em um caminho sem saída. Interrogamos todas as testemunhas possíveis, mas não fomos capazes de conseguir nenhum progresso”, informou o subdiretor da Polícia da Tailândia, Thani Somboonsap.
Diante da falta de suspeitos e de provas, Somboonsap disse que proporão à Procuradoria do Estado que arquive o expediente.
O Governo negou qualquer relação dos atentados com o conflito separatista islâmico que assola o sul do país e que causou a morte de mais de 3.000 pessoas desde 2004.
A Polícia investigou também a possibilidade de que as explosões tivessem sido cometidas por militares ou policiais partidários do já derrubado primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto por um golpe de Estado em 19 de setembro de 2006.
A Tailândia retornou ao sistema democrático após as eleições legislativas de dezembro do ano passado, com a vitória dos aliados de Shinawatra.