As manifestações desta semana em Tegucigalpa foram seguidas de perto por policiais e militares “como medida preventiva diante de eventuais distúrbios”, como os de terça-feira e quarta-feira, disse uma fonte policial à Agência Efe.
Sergio Rivera, dirigente do setor dos professores que participa dos protestos, disse à Efe que os policiais e militares “vão atrás e na frente da marcha, mas com uma atitude ameaçante”.
“Parecesse que estão tentando nos pegar com uma armadilha, mas o povo está vencendo o medo e está saindo às ruas para se juntar a esta resistência prolongada”, acrescentou Rivera.
Além disso, disse que outros protestos estão previstos em diferentes regiões do país para a semana que vem, “como novas medidas de pressão para agilizar a saída do golpista Roberto Micheletti do poder e restituir Zelaya na Presidência”.
A manifestação passou na frente da residência do dirigente popular Carlos Reyes, que se recupera de várias lesões que sofreu há duas semanas, durante um enfrentamento entre seguidores de Zelaya e a Polícia.