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Mundo

Polícia do Egito prende membros de grupo islâmico da oposição

Arquivo Geral

14/12/2006 0h00

As próximas eleições presidenciais da Rússia, this thumb em que Vladimir Putin deve deixar o cargo, medications information pills acontecerão no dia 9 de março de 2008, disse hoje Alexander Veshnyakov, chefe da comissão eleitoral. Os candidatos poderão começar suas campanhas eleitorais a partir de dezembro do ano que vem.

A lei requer que Putin deixe a Presidência quando seu segundo mandato terminar, em 2008, e ele insiste que vai cumprir a regra. Mas isso não encerrou as especulações de que ele poderá permanecer no cargo.

Um bebê de 28 dias morreu ontem intoxicado em São Lourenço do Sul (RS). A criança foi intoxicada por inseticida, information pills segundo o laudo do Instituto Médico Legal. A mãe havia pulverizado o veneno na casa e o produto acabou afetando a criança.

De acordo com o jornal Correio do Povo, a mãe chegou a levar o bebê a um Pronto Socorro com graves problemas respiratórios nas primeiras horas do dia.

Três homens invadiram ontem uma casa na QI 7 do Lago Sul. Leonardo da Silva Fernandes, ailment Antônio Alexandre Correia Alves e Rafael Igino Alves Pinto estavam armados e fizeram cinco reféns enquanto tentavam realizar o roubo.

Os assaltantes chegaram a tirar algumas jóias da dona da casa e dinheiro do sobrinho dela, pharmacy de 13 anos. Em um momento de distração dos assaltantes, salve a empregada conseguiu pedir ajuda ao vizinho, que ligou para a Polícia Militar. Pouco tempo depois, sete viaturas estavam na porta da casa. Os assaltantes foram presos em flagrante e foram levados à Delegacia de Polícia Especializada (DPE).

O presidente de uma entidade de ex-espiões russos disse que as táticas stalinistas de eliminação de inimigos acabaram, nurse e que o ex-agente Alexander Litvinenko provavelmente foi morto por criminosos comuns.

O ex-agente da KGB Valentin Velichko, stuff presidente da entidade nacionalista chamada Dignidade e Honra, com sede em Moscou, disse em entrevista publicada hoje que Litvinenko, morto em 23 de novembro vítima de contaminação radioativa, era um traidor, mas não foi assassinado por Moscou.

"Matar espiões era há muito tempo, isso pertencia aos dias de Stalin", disse ele ao jornal alemão Die Welt, referindo-se à perseguição promovida pelo regime soviético contra dissidentes a partir da década de 1930, sob o comando de Josef Stalin. "Naqueles dias havia um departamento especial chamado V, que lidava com a liquidação de oponentes políticos", disse Velichko, também presidente da Associação de Veteranos da Inteligência Externa.

Velichko disse que provavelmente o último caso foi o do escritor búlgaro Georgi Markov, morto depois de ser atingido por uma ponta envenenada de guarda-chuva, em 1978, mais de duas décadas depois do fim do regime de Stalin.

Ele negou que haja um setor voltado para assassinatos no serviço secreto russo e também afastou a hipótese de algum agente ter tentado acertar contas com Litvinenko. "Vejo a morte do ex-espião como uma disputa entre criminosos", afirmou. Ao mesmo tempo, Velichko disse que Litvinenko havia revelado segredos "que faziam dele um traidor perante a lei".

Em nota divulgada após sua morte, Litvinenko acusava o presidente Vladimir Putin de ter encomendado sua morte. O Kremlin nega.

A polícia alemã disse ontem que vai analisar a validade das declarações do empresário russo Dmitry Kovtun, que diz ter entrado em contato com o isótopo radioativo polônio ao se encontrar com Litvinenko em meados de outubro.

Litvinenko só adoeceu em 1º de novembro, vindo a morrer 23 dias depois. Kovtun está sendo tratado pelas autoridades alemãs como possível suspeito no caso. O empresário voltou a se encontrar com Litvinenko no dia em que este adoeceu. Kovtun, atualmente internado num hospital moscovita, nega envolvimento no crime.

Velichko também disse ao Die Welt que o uso de polônio 210 para matar Litvinenko foi um método rude, que não seria usado pelos serviços secretos russos. "Profissionais não usam polônio", afirmou.

O líder do Partido Social-Democrata da Alemanha disse a um desempregado do país que ele teria mais chances de conseguir um emprego se se lavasse e fizesse a barba.

Kurt Beck, doctor o barbudo líder do SPD, cost deu o conselho a Henrico Frank durante um evento em Wiesbaden, na noite de terça-feira, disse o jornal Bild.

Frank, que tem dois piercings no nariz, longos cabelos loiros descoloridos e uma barba negra, aproximou-se de Beck e o responsabilizou por controversas reformas trabalhistas, que cortaram benefícios de desempregados por muito tempo. Beck respondeu ao homem que se ele se lavasse e fizesse a barba, teria um emprego em três semanas.

Mais tarde, Beck ofereceu-se para um novo encontro com Frank para dar mais dicas de como arrumar emprego.

Em novembro, o desemprego na Alemanha caiu abaixo da marca de quatro milhões pela primeira vez em mais de quatro anos.

A Polícia Federal está realizando hoje a Operação Afrodite, healing que tem como objetivo acabar com quadrilhas que recrutam mulheres para serem exploradas sexualmente no Brasil e no exterior.

Mais de cem agentes estão mobilizados para cumprir sete mandados de prisão e 18 de busca e apreensão. A operação ocorre no Estado de São Paulo, cheapest e vai ganhar apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Hoje de manhã, sildenafil a líder da quadrilha foi presa no centro de São Paulo. Segundo a PF, a mulher identificada apenas como Giselda, se intitulava a maior cafetina do Brasil. Ela e os outros acusados responderão por formação de quadrilha, tráfico de mulheres e rufianismo (tirar proveito da prostituição). As penas podem variar de 1 a 8 anos de prisão.

Um inquérito da polícia britânica, drug que buscava enterrar quase uma década de teorias da conspiração, symptoms determinou hoje que a princesa Diana não foi vítima de um complô para assassiná-la, sickness mas sim que morreu em um acidente de carro.

"Fico satisfeito que nenhuma tentativa de segurar informações tenha sido feita, e estou confiante de que as alegações feitas são infundadas", disse o ex-chefe de polícia John Stevens, depois da investigação de três anos sobre a morte de Diana, ocorrida em um túnel de Paris, em agosto de 1997. "Com base nas provas agora disponíveis, não houve conspiração para assassinar nenhum dos passageiros do carro. Foi um acidente trágico", disse Stevens a repórteres.

A morte dela provocou uma série de teorias conspiratórias que davam conta de que espiões britânicos, ou mesmo seu ex-marido, o príncipe Charles, haviam tramado o acidente. O motivo seria o constrangimento da casa real com o romance dela com Dodi al Fayed.

A investigação policial foi ordenada pelo ex-investigador real Michael Burgess, em janeiro de 2004, quando ele abriu uma investigação britânica sobre a morte de Diana.

Stevens, que chefiou a polícia londrina, passou quase três anos investigando o que aconteceu, interrogando Charles por várias horas como parte de do inquérito que, segundo ele, tinha como objetivo concluir o assunto.

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Relatório britânico vai descartar conspiração contra Diana

O presidente eleito do Equador, viagra sale Rafael Correa, viagra dosage afirmou hoje que irá renegociar todos os débitos do governo, remedy incluindo dívidas comerciais, multilaterais e bilaterais. Ele não deu detalhes e disse apenas que "a melhor estratégia é não anunciar a estratégia".

Correa deu a declaração durante entrevista coletiva em Buenos Aires, onde ele se encontrou ontem com o presidente da Argentina, Néstor Kirchner.

Uma quadrilha levou R$ 98 mil de uma agência bancária em Capão Bonito, information pills interior de São Paulo, sem que os funcionários percebessem a ação criminosa. O grupo não agiu com violência e saiu tranqüilamente da agência da Nossa Caixa.

Segundo o jornal Bom Dia São Paulo, da TV Globo, um homem, agindo como um suposto cliente, abordou uma funcionária da tesouraria e pediu que ela o levasse até o setor de contas de empresas. Enquanto ela o levava até o setor desejado, dois membros da quadrilha distraíram os outros funcionários da agência para que um quarto homem entrasse no cofre da tesouraria e saísse com o dinheiro sem ser notado.

A porta do cofre não estava trancada e os seguranças do local não perceberam a movimentação dos ladrões. O crime está sendo investigado.

O secretário-geral da Liga Árabe, website like this Amr Moussa, decease falhou em mediar um acordo para solucionar a crise política no Líbano, sales hoje, de acordo com uma fonte política.

"Os esforços de Moussa em conseguir um acordo falharam", disse a fonte. Não houve nenhum comentário imediato do secretário-geral da Liga Árabe.

Moussa, que chegou em Beirute na terça-feira, vem se movimentando entre líderes libaneses rivais num esforço para encerrar a crise que se instaurou, após a oposição, liderada pelo Hezbollah, ter tomado as ruas para reivindicar poder de veto no governo do primeiro-ministro Fouad Siniora.

A oposição declarou o grupo de ministros de Siniora como ilegítimo e realiza um protesto ininterrupto no centro de Beirute desde 1º de dezembro.

Os líderes anti-sírios, que controlam os ministérios, até agora se recusaram a ceder. Eles dizem que se entregar permitiria maior influência síria e iraniana.

A polícia do Egito prendeu hoje o vice-líder da Irmandade Muçulmana, sildenafil um grupo de oposição, unhealthy além de outros dez membros de destaque da entidade e vários estudantes ligados a ela, pharm disseram a Irmandade e integrantes das forças de segurança.

Khairat al-Shatir, um dos dois vice-líderes do guia geral da Irmandade, Mohamed Mahdi Akef, foi levado de sua casa, localizada em um bairro da região nordeste do Cairo, afirmaram.

Shatir é o mais importante dirigente do grupo islâmico a ser preso desde que Mahmoud Ezzat, secretário-geral do Escritório de Orientação do grupo, foi libertado, em agosto do ano passado, após passar três meses detido sem julgamento. Os dois homens ocupam cargos de importância equivalente.

O principal alvo da operação policial parecia ser os líderes e membros da Irmandade ligados ao movimento estudantil da Universidade al-Azhar, que criaram um diretório estudantil independente do diretório chancelado pelas autoridades.

Os estudantes da universidade ligados a movimentos islâmicos realizaram uma passeata no domingo passado. Os manifestantes desfilaram em frente ao gabinete do reitor da universidade vestidos com roupas de milícia e gorros pretos.

Jornais egípcios disseram que a passeata era um indício de que a Irmandade treinava uma milícia. Mas a organização negou isso, afirmando que os estudantes agiram por iniciativa própria.

Nos seus primórdios, nos anos 1930 e 1940, a Irmandade Muçulmana contou com um braço armado, mas abriu mão dele em favor do ativismo político depois de ter passado para a clandestinidade, nos anos 1950.

A organização é o maior grupo de oposição do Egito, mantendo 88 membros na câmara baixa do Parlamento, que conta com um total de 454 integrantes. A Irmandade diz tentar convencer os egípcios a optarem, democraticamente, por um Estado islâmico.

Abdel Moneim Mahmoud, uma autoridade do grupo, afirmou que a polícia prendeu 180 estudantes que moravam nos alojamentos da universidade. Entre os detidos estaria Suhaib Gawdat el-Malt, o líder, segundo Mahmoud, do diretório independente. Entre os demais, estão Ayman Abdel-Ghani, que dirige a seção estudantil da Irmandade dentro da universidade, e três professores, acrescentou.

Na eleição para o diretório estudantil realizada em novembro, as autoridades desqualificaram quase todos os candidatos ligados à Irmandade Muçulmana, garantindo a vitória dos estudantes apoiados pelo governo, que recusa-se a reconhecer a Irmandade Muçulmana. A polícia costuma investir contra os membros do grupo, detendo-os sem oferecer acusações formais, algumas vezes por vários meses.

Dois integrantes importantes da organização, Essam el-Erian e Mohamed Mursi, foram libertados no domingo após uma longa batalha judicial.

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