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Polícia cometeu "graves deficiências" no caso Jean Charles, diz investigação

Arquivo Geral

02/08/2007 0h00

A Scotland Yard cometeu “graves deficiências” no caso da morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, tadalafil baleado em 2005 por agentes que o confundiram com um terrorista, decease concluiu uma investigação divulgada hoje, viagra order em Londres.

O subcomissário encarregado das operações especiais da Scotland Yard, Andy Hayman, “mentiu” para a opinião pública, ao não informar a tempo seus superiores – entre eles o comissário-chefe da força policial, Ian Blair – que os agentes tinham matado uma pessoa inocente.

Segundo o documento, a conduta de Hayman “conduziu a informações incorretas ou enganosas divulgadas pela Polícia Metropolitana”.

Assim, Blair – a quem a família de Jean Charles tinha acusado de enganar em relação ao caso – foi eximido porque ficou “quase totalmente desinformado” sobre os detalhes do incidente.

Essas conclusões estão no segundo relatório sobre o caso elaborado pela Comissão Independente de Queixas à Polícia (IPCC), órgão que supervisiona o trabalho das forças da ordem no Reino Unido.

Jean Charles, que tinha 27 anos e trabalhava como eletricista, morreu ao receber oito tiros – sete na cabeça e um no ombro – disparados por agentes da brigada antiterrorista da Scotland Yard em 22 de julho de 2005, na estação de metrô de Stockwell (sul de Londres).

Os policiais acharam que Jean Charles era um dos terroristas que tinham cometido os atentados fracassados do dia anterior contra três estações de metrô e um ônibus da capital.

Esses ataques foram similares aos cometidos em 7 de julho de 2005 contra a rede de transporte londrino, que deixaram 56 mortos – incluindo os quatro terroristas suicidas – e cerca de 700 feridos.

Horas depois do tiroteio, Ian Blair disse que o incidente estava “diretamente relacionado” às operações antiterroristas em torno dos atentado fracassados.

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