O detido, identificado como Alfonso Rojas, conhecido como “Jauví”, é um ex-chefe paramilitar das desmobilizadas Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC) que liderava os sicários de Montería, capital de Córdoba, e uma quadrilha criminosa de Urabá (no mesmo departamento).
Entre outros crimes, Rojas é acusado do assassinato de Izquierdo, uma dirigente rural que lutou pela recuperação de terras usurpadas pelos paramilitares no departamento de Córdoba e que morreu baleada em janeiro de 2007 perto de casa em um bairro de deslocados de Montería.
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, ofereceu uma recompensa de 50 milhões de pesos (US$ 25 mil) por relatórios que ajudassem a encontrar os assassinos de Izquierdo.
“Jauví”, segundo as autoridades, também era homem de confiança de “Don Mario”, capturado em abril e considerado um dos mais poderosos traficantes de drogas da Colômbia, e do ex-chefe paramilitar Salvatore Mancuso, extraditado aos Estados Unidos em maio de 2008.