Até agora, três dos líderes – todos eles aliados do deposto ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra – se entregaram à Polícia, e as autoridades vigiam aeroportos para evitar fugas.
Um tribunal os acusa de reunião ilícita e de incitar a alteração da ordem pública, em cumprimento com o estado de exceção declarado no domingo e que ainda vigora em Bangcoc e em cinco outras províncias.
Caso sejam considerados culpados dos delitos, os líderes podem receber sentenças de entre três e sete anos de prisão.
As ordens de detenção foram emitidas pouco depois que os manifestantes se retiraram dos limites da sede do Governo, após duas semanas de mobilização para forçar a renúncia do premiê Abhisit Vejjajiva.
A Tailândia vive há três anos uma profunda crise política motivada pela rixa entre partidários e detratores do ex-premiê Shinawatra.