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Mundo

Polícia britânica libera dois universitários detidos por ataques frustrados

Arquivo Geral

15/07/2007 0h00

A Polícia britânica libertou sem acusações dois estudantes de medicina que haviam sido detidos por relação com os atentados frustrados de junho em Londres e Glasgow (Escócia), sales disse a Scotland Yard.

A Polícia tinha até hoje para apresentar acusações contra os estudantes, pedir mais tempo para continuar com os interrogatórios ou libertá-los sem acusações.

Até agora, três dos oito detidos por relação aos frustrados ataques foram acusados formalmente, enquanto outros três foram libertados, um sétimo ainda está sendo interrogado e o último se recupera, sob custódia policial, das graves queimaduras sofridas no episódio de Glasgow.

No dia 29 de junho, dois carros-bomba foram desativados em pleno centro de Londres, enquanto no dia seguinte dois homens jogaram um veículo carregado com bujões de gás – componente encontrado também nos veículos achados na capital britânica – contra o principal terminal do aeroporto de Glasgow.

A Polícia vincula o atentado em Glasgow aos ataques frustrados com os dois carros-bomba encontrados em Londres, que, se tivessem explodido, poderiam ter matado ou ferido muitas pessoas, afirmou a Scotland Yard.

O fato de os sete homens detidos serem médicos ou estudantes de Medicina e de a única mulher detida ter trabalhado como técnica de laboratório em um hospital do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) levou a imprensa a ser referir ao caso como o “complô dos médicos”.

Todos os três indiciados são médicos. O iraquiano Bilal Abdulla, de 27 anos, acusado de planejar explosões, era o outro ocupante do veículo de Glasgow. Também foram acusados os indianos Sabeel Ahmed, de 26 anos e acusado de possuir informações que poderiam ter evitado um ato de terrorismo, e Muhamed Haneef, de 27 anos e processado na Austrália por apoiar uma organização terrorista.

Dos outros cinco detidos, a única mulher, Marwah Asha, de 27 anos, foi libertada sem acusações. Seu marido, o médico Mohammed Asha, de 26 anos, continua sendo interrogado em Paddington Green. O último suspeito, identificado pela imprensa britânica como Kafeel Ahmed, pode ser irmão de um dos acusados, Sabeel Ahmed.

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