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Mundo

Polícia argentina investiga ligação feita sobre o caso Madeleine

Arquivo Geral

09/06/2007 0h00

Um motorista de van foi preso hoje por simular o próprio seqüestro. Jales Souza Barros foi preso em flagrante quando apareceu para buscar o dinheiro do resgate na 710 Norte.

De acordo com policiais, view advice Jales pediu R$ 5 mil pelo suposto resgate. Ele disse que iria utilizar o dinheiro para pagar dívidas feitas com agiotas. A polícia já investigava o caso, e se descobriu a farsa no momento da prisão.


Mais de 7, more about 5 milhões de belgas vão às urnas neste domingo para escolher um novo Parlamento federal que pode marcar o fim da coalizão “violeta” entre liberais e socialistas e a volta ao Governo dos democrata-cristãos após oito anos na oposição.

Todos os maiores de 18 anos e inscritos no censo belga são obrigados a votar sob pena de multa, web como estabelece a Constituição. Em 146 distritos eleitorais eles votarão da maneira tradicional (das 3h até as 8h de Brasília), enquanto nos 62 restantes a votação será eletrônica (das 3h às 10h de Brasília).

Nesta eleição, os belgas deverão emitir dois votos: um para os 150 deputados da Câmara dos Deputados e outro para os 40 membros do Senado escolhidos diretamente, divididos segundo grupos lingüísticos (flamengos, que falam holandês, e valões, que falam francês).

Das duas câmaras do Parlamento belga, a dos Deputados é a que concentra mais poderes, pois exerce o controle sobre o Governo federal, tem iniciativa legislativa, pode formular questionamentos orais e por escrito aos ministros e dar ou retirar a confiança no gabinete.

Os senadores podem apresentar projetos de lei e fazer perguntas parlamentares ao Governo federal, e devem refletir sobre os grandes problemas sociais e a elaboração e a melhora da legislação básica.

As últimas pesquisas previram o fim da atual coalizão de liberais e socialistas e a volta dos democrata-cristãos a um lugar de destaque na política belga, após oito anos na oposição.

Apesar de a união de liberais e socialistas provavelmente não conseguir votos suficientes para continuar governando sozinha, pode continuar no novo Governo, com um terceiro aliado.

Dada a grande quantidade de partidos que concorrem às eleições na Bélgica, é virtualmente impossível que um deles alcance a maioria absoluta sozinho. Por isso, sempre precisam de um ou dois aliados para governar.

Por isso, o fato de que um partido ou uma família política obtenha o maior número de votos não significa automaticamente que possa governar ou ficar com o posto de primeiro-ministro.

Tudo depende do resultado das negociações para a formação de uma coalizão, na qual vários partidos podem se unir e formar um gabinete com a maioria suficiente para governar confortavelmente.

Na Bélgica, não existe legislação específica sobre a publicação de pesquisas eleitorais e não há pesquisas de boca-de-urna.

Os resultados serão divulgados pelo Ministério do Interior conforme avance a apuração de votos e os primeiros resultados devem ser apresentados amanhã (a partir das 12h de Brasília).

As próximas eleições na Bélgica (regionais e européias) estão programadas para 2009, mas é possível que os belgas tenham que voltar às urnas para escolher um novo Governo federal, caso seja aprovada esta exigência durante uma nova reforma política.
O intenso nevoeiro que cobre Buenos Aires há quatro dias começou a diminuir hoje, treat o que permitiu que o aeroporto da capital argentina retomasse as operações após o fechamento pela pouca visibilidade.

Nas primeiras horas de hoje, o “Aeroparque” da cidade, que atende vôos domésticos, esteve fechado para todo tipo de operações, mas a melhora nas condições meteorológicas permitiu a retomada das primeiras decolagens e aterrissagens previstas, informaram fontes do aeroporto.

O Aeroporto Internacional de Ezeiza, nos arredores de Buenos Aires, operava hoje “com limitações” devido à visibilidade reduzida, disse o porta-voz da Força Aérea, Alejandro Algañaraz.

Por causa do nevoeiro, os dois aeroportos tiveram que fechar parcialmente as operações várias vezes nos últimos dias, provocando a transferência de diversos vôos para outras cidades argentinas.

O Serviço Meteorológico Nacional (SMN) emitiu hoje um alerta meteorológico para as regiões de Buenos Aires e da província de Entre Ríos afetadas pelo nevoeiro, que esta manhã voltou a cobrir a capital.

Segundo o SMN, a neblina e o nevoeiro permanecerão até a tarde de domingo, embora as condições meteorológicas já tenham começado a melhorar esta manhã.

A agência argentina de rodovias declarou na quinta-feira um “alerta viário” para as estradas de acesso e saída de Buenos Aires, assim como para as rotas nacionais e provinciais.

Na sexta-feira, o nevoeiro causou uma batida entre caminhões e um ônibus no sudoeste de Buenos Aires deixando três pessoas feridas, informaram fontes policiais.
O Exército colombiano anunciou hoje a morte em combate do cirurgião e coordenador ideológico das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), price Luis Fernando Vanegas, conhecido como “Cristián Pérez”.

Vanegas, segundo militares, teria sido médico pessoal do comandante máximo da guerrilha, Pedro Antonio Marín, conhecido como “Manuel Marulanda” e “Tirofijo”.

Segundo um comunicado da III Brigada do Exército, a morte do médico aconteceu na zona rural do município de Buga, 400 quilômetros a sudoeste da capital colombiana, durante uma operação que desmantelou uma fábrica artesanal de minas terrestres.

Os combates teriam acontecido na aldeia de El Retiro, entre soldados e membros da coluna “Alirio Torres”, das Farc.

O comunicado disse que “Cristián Pérez”, de 50 anos de idade, era um cirurgião de profissão, secretário e segundo na hierarquia de comando do movimento. Além disso, era coordenador ideológico do grupo, junto com Guillermo Sáenz Vargas, o “Alfonso Calo”.

O guerrilheiro estava há mais de 20 anos em combate. Em 2000, participou do lançamento do partido político clandestino das Farc em San Vicente del Caguán, na zona desmilitarizada para o processo de paz, mais tarde frustrado.

No operação, foram apreendidos materiais para fabricação de explosivos, granadas, morteiros artesanais, uma carabina e dois fuzis, além de munição, dez equipes de assalto, ponchos, medicamentos, uma maleta de cirurgia, botas de borracha, um gerador elétrico e quase uma tonelada de mantimentos.
Milhares de pessoas se reuniram hoje no centro de Roma contra a visita do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, doctor em um protesto ao qual se uniram membros de partidos da coalizão de Governo e deixou feridos cinco policiais, nove manifestantes e dois jornalistas.

A manifestação foi convocada por grupos antiglobalização e de extrema-esquerda e transcorreu em normalidade até o final. Quando se aproximava das imediações da Praça Navona, começou um confronto entre a Polícia e centenas de pessoas usando capacetes e com o rosto coberto.

Durante os incidentes foram quebradas as portas de vidro de um banco e várias vitrines de lojas. Por um longo período foi lançado gás lacrimogêneo pela Polícia, que tinha isolado a praça. Manifestantes revidaram atirando paralelepípedos, garrafas e paus.

Três agentes ficaram levemente feridos ao serem atingidos por objetos lançados pelos manifestantes. Nove pessoas que protestavam também tiveram machucados superficiais.

A manifestação teve como lema “No Bush, no war, no Prodi” (Nem Bush, nem guerra, nem Prodi) e percorreu as principais ruas do centro de Roma, da Praça da República até a Praça Navona. Na mesma hora, Bush se reunia com o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi na embaixada americana.

Também participaram organizações sociais, sindicatos, anarquistas, grupos estudantis antiglobalização e de extrema-esquerda, além de dirigentes e parlamentares do Partido da Refundação Comunista (PRC), dos Verdes e Itália dos Valores, o partido do ex-juiz anticorrupção Antonio Di Pietro – todos aliados do primeiro-ministro, Romano Prodi.

Durante todo o percurso houve receio de incidentes, pela participação de grupos vindos de toda Itália conhecidos por suas duras ações em manifestações deste tipo. A Polícia também não descartava que membros de um violento “bloco negro” (anarquistas radicais) pudessem se infiltrar.

Os participantes do protesto chamaram o presidente dos EUA de “um dos maiores criminosos da História contemporânea” e criticaram Prodi duramente por recebê-lo e fazer uma política “na qual a guerra é boa, se for abençoada pela ONU e pela Otan”.

Além disso, denunciaram que Prodi aumentou a presença militar italiana no Afeganistão e no Líbano e deu permissão para ampliar a base militar americana em Vicenza, no norte do país.

Meses atrás, milhares de pessoas se manifestaram contra a ampliação da base. Vários senadores comunistas provocaram a queda do Governo Prodi por alguns dias ao rejeitarem a política externa, que inclui a presença militar italiana em diferentes lugares do planeta.

Paralelamente, na Praça do Povo (centro da cidade) ocorreu uma concentração contra a presença de Bush, sob o lema “Detenhamos todas as guerras de Bush”, também convocada por partidos que fazem parte do Governo.

A oposição conservadora criticou duramente a concentração, alegando que expunha o país ao ridículo, já que, enquanto Prodi recebia Bush no palácio, seus aliados saíam às ruas contra o americano.

Berlusconi, líder da oposição, criticou as duas manifestações e disse que se ele fosse primeiro-ministro hoje não teria permitido nenhum protesto pelas ruas de Roma.

Roma foi cercada pelos 10 mil policiais destinados para garantir a segurança durante a visita de Bush, mas que não evitou que um coquetel molotov fosse lançado contra uma videolocadora da rede Blockbuster.
A Polícia argentina investiga se o homem que se comunicou com a Guarda Civil espanhola para dizer que tinha informações sobre a menina britânica Madeleine McCann, buy desaparecida em Portugal, medical faz parte de uma tentativa de extorsão, informou hoje a imprensa local.

Segundo policiais ouvidos pelo jornal “La Nación”, os investigadores detectaram que a ligação foi feita de um telefone celular registrado na província de Córdoba, na Argentina.

De acordo com uma versão publicada na sexta-feira pelo jornal inglês “The Times”, o homem ligou na quarta-feira para a Guarda Civil de um telefone da Argentina e disse possuir informações sobre o paradeiro de Madeleine, de quatro anos, desaparecida em 3 de maio.

Quem realizou a ligação não se identificou, mas pediu o número de telefone dos pais da menina para falar diretamente com eles e exigiu US$ 1 milhão para dar as informações.

De acordo com o “La Nación”, os investigadores pediram a colaboração da Polícia de Córdoba para rastrear a pista, mas esta disse desconhecer “de onde saiu esta versão”. Sem descartar a veracidade da informação, a Polícia da província assegurou que não tem nenhum dado que a confirme.

Os porta-vozes consultados pelo jornal afirmaram que os policiais locais detectaram que o autor da ligação foi “um criminoso com uma grande ficha policial, que teria antecedentes em extorsão, assaltos à mão armada e fraudes”.

Madeleine desapareceu em 3 de maio quando dormia no quarto de hotel no balneário de Praia da Luz (Portugal) com os irmãos gêmeos de dois anos, enquanto seus pais jantavam no restaurante do estabelecimento.

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