“A Polícia cuidará da segurança durante o Dia do Estudante, como fez em outros anos. E, se houver insegurança em algum lugar, a Polícia atuará para restabelecer a calma”, disse Rajabzadeh, citado pela televisão estatal por satélite “PressTV”.
O Irã enfrenta desde junho a pior crise política em seis 30 anos de história, devido à controvérsia em torno da vitória eleitoral de Ahmadinejad, que a oposição reformista qualifica de fraudulenta.
Em 13 de junho, logo após a divulgação dos resultados eleitorais, centenas de milhares de pessoas foram às ruas do país para protestar.
Na violenta repressão das manifestações, pelo menos 30 pessoas morreram – segundo números oficiais – e 72, de acordo com o cômputo da oposição reformista.
Além disso, cerca de 4 mil foram detidas, das que mais de 100 enfrentam agora um julgamento por conspiração que foi qualificado pela oposição de “fraudulento”.
Desde então, os reformistas aproveitaram datas como o Dia de Jerusalém e o aniversário do ataque à Embaixada dos Estados Unidos em Teerã para protestar nas ruas.