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Mundo

Polícia acaba com motim em presídio mexicano

Arquivo Geral

26/05/2007 0h00

A Coréia do Sul afirmou hoje que a Coréia do Norte lançou somente um míssil de curto alcance, doctor medicine em direção ao mar do Japão, pharmacy na sexta-feira de manhã, decease como parte das manobras anuais do seu Exército.

Fuentes da espionagem sul-coreana, citadas pela agência Yonhap, disseram que só um míssil foi disparado. Ele caiu no mar entre a península da Coréia e o Japão. A espionagem sul-coreana não pôde determinar o tipo de míssil utilizado. Mas a origem do lançamento foi a cidade de Dancheon, na província de Hamgyong Namdo, na costa leste.

A notícia do teste de mísseis da Coréia do Norte foi revelada ontem, quando a agência japonesa “Kyodo” informou que as autoridades sul-coreanas haviam detectado o lançamento de vários mísseis.

A mesma fonte informava que o míssil lançado no exercício militar norte-coreano era similar ao Silkworm, usado para atingir navios em alto mar a partir de bases em terra. Aparentemente a informação foi obtida graças às imagens captadas por um satélite de reconhecimento do Exército americano.

Segundo a espionagem sul-coreana, a Coréia do Norte tinha proibido a navegação dos barcos pesqueiros norte-coreanos no mar do Japão e no Mar Amarelo. No entanto, o controle não foi eficaz no litoral ocidental, e por isso um segundo lançamento, no Mar Amarelo, teria sido suspenso.

O regime comunista pode voltar a lançar um míssil hoje, já que esta manhã a navegação de pesqueiros no Mar Amarelo foi proibida, segundo a agência “Yonhap”. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que não considerava os testes “um assunto sério para a segurança do Japão”, mas afirmou que eram “lamentáveis”.

O tom foi o mesmo das autoridades sul-coreanas e americanas, que descartaram problemas nas conversas com a Coréia do Norte. O último teste da Coréia do Norte havia sido em 5 de julho de 2006, quando o país lançou pelo menos sete, entre eles o de longo alcance Taepodong 2, que segundo os especialistas é capaz de alcançar território americano.


A Polícia mexicana controlou cerca de 400 presos que se amotinaram nesta sexta-feira num presídio de Puerto Vallarta, more about no estado de Jalisco, ed mantendo como reféns quatro guardas.

A rebelião deixou um saldo de 15 feridos, medications um deles em estado grave. O secretário de Segurança Pública do estado, Luis Carlos Nájera, informou à imprensa que cerca de 500 policiais entraram na penitenciária para sufocar o motim dos réus e libertar os reféns. O presídio tem cerca de 850 homens e 100 mulheres.

Inicialmente, um grupo de 20 presos se amotinou e tomou os reféns. Horas mais tarde, centenas de prisioneiros se uniram ao protesto, denunciando a má alimentação e supostos maus-tratos.

Os amotinados destruíram a área da cozinha e queimaram a biblioteca. O diretor da penitenciária, Armando Platas, disse à imprensa que tentou negociar com os amotinados. Mas, como não chegou a um acordo, autorizou a entrada dos policiais.

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