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Plano de Obama para criar empregos pode custar US$ 100 bi

Arquivo Geral

31/01/2010 0h00

O plano do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para fomentar a criação de empregos no país poderá custar US$ 100 bilhões, disse hoje o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.

Em entrevista ao programa “State of Union” da “CNN”, Gibbs explicou que os postos de trabalho criados ou salvos recentemente não vão “preencher o vazio” deixado pelos sete milhões de vagas perdidas na recessão. Por isso, considera necessário um esforço extra.

Obama assegurou esta semana, durante o discurso sobre o Estado da União, que a criação de empregos será “o objetivo principal de 2010” e, por isso, pediu “um projeto de lei para a criação de novos postos de trabalho”.

“O crescimento econômico trará consigo o crescimento do emprego, mas, obviamente, não estamos vendo os trabalhos que gostaríamos de ver e acho que um estímulo adicional e a Lei de Recuperação (…) podem ajudar”, disse Gibbs.

O porta-voz da Casa Branca assinalou que esse esforço adicional pode chegar a US$ 100 bilhões, embora não tenha especificado como esse dinheiro seria distribuído.

No discurso, o presidente propôs usar os US$ 30 bilhões das ajudas devolvidas por Wall Street para criar incentivos à contratação de funcionários.

O plano incluiria cortes de impostos às pequenas empresas para que aumentem o número de funcionários e facilidades para que os bancos comunitários, que são pequenas entidades locais, concedam mais crédito a companhias e contratem mais.

Também propôs um incentivo fiscal para as empresas que aumentem o corpo de empregados ou elevem salários, além de cortes tributários para fomentar o investimento.

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