Os piratas abordaram o iate na quarta-feira, depois que deixou em Seychelles um número indeterminado de turistas e ficaram a bordo só com os sete membros da tripulação, todos do arquipélago.
Fontes oficiais do país consultadas pela Ecoterra afirmaram que “é muito possível que o navio se dirija agora para a costa somali, de onde suspeita-se que os atacantes procedem”, embora não possam confirmar a última informação.
O ministro de Assuntos Exteriores de Seychelles, Patrick Pillay, afirmou que seu Governo entrou em contato com “forças navais da região para localizar o navio e libertar os sequestrados”.
Navios das Marinhas de diversos países patrulham as águas da Somália e do Golfo de Áden, que dá acesso ao Mar Vermelho e ao Canal de Suez, para tentar evitar as ações de piratas somalis, que transformaram a área, uma das mais transitadas por navios comerciais, em uma das mais perigosas do planeta.
Com os últimos sequestros e libertações, ainda há 12 navios estrangeiros com pelo menos 219 tripulantes – 96 deles filipinos – que continuam sob poder de piratas somalis, informou a Ecoterra.