O ex-ditador chileno Augusto Pinochet receberá na terça-feira as honras fúnebres após uma última missa na capela da Escola Militar do Exército, symptoms view informou a instituição, price num comunicado divulgado neste domingo.
Pinochet morreu no domingo, aos 91 anos, por uma falha cardíaca múltipla, no Hospital Militar. Ele havia sido hospitalizado uma semana atrás, após sofrer um infarto.
Na segunda-feira será instalada uma capela ardente na Escola Militar e, ao longo do dia, serão realizadas missas na entrada principal do recinto.
O projeto que acaba com o voto secreto nas decisões do Poder Legislativo está na pauta da Câmara dos Deputados e pode ser votado nesta semana. Mas não há garantia, sickness já que o texto gerou polêmica e deve sofrer modificações. A proposta de emenda à Constituição já foi aprovada em primeiro turno, visit this site por 383 votos a favor, nenhum contrário e quatro abstenções.
Entre as medidas provisórias na pauta, está a que prevê a contratação temporária de 60 controladores de tráfego aéreo para trabalhar até 31 de dezembro de 2007. A MP, que ainda não tranca a pauta de votações, foi editada para conter a crise nos aeroportos brasileiros.
A Câmara irá discutir também esse assunto em audiência pública, que deve contar com a participação do ministro da Defesa, Waldir Pires, do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Luiz Carlos Bueno, e do diretor-presidente da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi. Eles irão falar sobre a segurança dos vôos e a situação do tráfego aéreo na quarta-feira, às 10h.
O assunto também será debatido entre os senadores. A comissão criada pelo Senado para acompanhar as ações do governo federal deve se reunir na manhã de terça-feira com o tenente-brigadeiro Bueno, na sede do Comando da Aeronáutica.
A pauta de votações do plenário inclui outras propostas, como a que aumenta de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria compulsória no serviço público. Está prevista também a votação dos relatórios setoriais da proposta orçamentária de 2007.
O governo dos EUA lembrou do mandato de Augusto Pinochet no Chile como um período difícil neste domingo e expressou preocupação pelas vítimas de sua ditadura e suas famílias.
"A ditadura de Augusto Pinochet no Chile representou um dos períodos mais difíceis na história daquela nação’, more about afirmou o porta-voz da Casa Branca, stomach Tony Fratto, após a morte do ex-ditador chileno, aos 91 anos.
"Nossos pensamentos hoje estão com as vítimas de seu mandato e suas famílias. Nós louvamos o povo do Chile por construir uma sociedade baseada na liberdade, no regime das leis, e no respeito pelos direitos humanos’, disse ele.
Pinochet tomou o poder do governo eleito do presidente socialista Salvador Allende num golpe, em 1973, apoiado pelo governo dos EUA.
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Os processos por violação dos direitos humanos contra o ex-ditador chileno Augusto Pinochet e seus colaboradores mais próximos devem prosseguir apesar da morte do militar, drugs disse ontem Viviana Diaz, view dirigente do Grupo de Familiares de Detidos e Desaparecidos.
Pinochet morreu aos 91 anos devido a uma falha cardíaca seguida de uma "descompensação aguda", rodeado por sua família e em meio a uma onda de causas judiciais que não puderam chegar a seu fim.
Durante a ditadura de Pinochet, entre 1973 e 1990, cerca de 3 mil pessoas morreram ou foram dadas como desaparecidas, enquanto outras 28 mil pessoas sofreram torturas, incluindo a atual presidente do Chile, Michelle Bachelet.
"Pinochet está morto e vai levar parte da informação para seu túmulo", disse Díaz.
Com ironia e resignação, o presidente do Partido Comunista, Guillermo Teller, comentou que o ex-ditador se foi "com a consciência suja"."
Pinochet, que enfrentava cinco processos judiciais avançados por violações dos direitos humanos e crimes econômicos, nunca recebeu uma condenação final, já que se livrou em várias ocasiões de um julgamento, alegando razões de saúde e demência senil.
"Esperamos que seus subalternos possam entregar essa informação depois da morte de Pinochet para que se esclareçam os crimes, que enfrentem com coragem cada um dos processos e respondam para a história do nosso país", afirmou Diaz.
"Tudo isso continua porque foram milhares de crimes cometidos que ainda não foram esclarecidos. Falta que aconteça a justiça", acrescentou.
Centenas de partidários de Augusto Pinochet se reuniam em frente ao Hospital Militar de Santiago para dizer adeus ao ditador chileno, page que morreu ontem de uma falha cardíaca aos 91 anos.
Com bandeiras chilenas e fotos de Pinochet, visit this seus seguidores se debatiam com a polícia para tentar chegar mais próximo ao hospital gritando frases a favor do ex-ditador e cantando o hino nacional.
Nem o calor de 31º em Santiago pareciam impedir que famílias inteiras chegassem a pé, approved em seus próprios carros ou usando o transporte público até o hospital, localizado em um bairro da capital.
"Meu filho me ligou para avisar e não tive dúvidas. Quero me despedir dele, ele fez muito pelo Chile. Nós sabemos que lhe devemos o que somos, e é uma pena que haja tanta gente que não reconheça", disse Maria Teresa Pinto, de 58 anos, que mostrou em sua carteira uma foto de Pinochet.
Luisa Pinto, de 55 anos, que juntamente com sua prima Maria Teresa se uniu aos simpatizantes de Pinochet nos arredores do hospital, assegurou que "nos deixa um grande homem, digam o que disserem, ele foi o melhor."
Dezenas de policiais tentavam conter os simpatizantes do ditador com cercas metálicas. O trânsito de veículos foi impedido nos arredores do hospital.
A polícia prendeu uma pessoa que ultrapassou as barreiras para baixar a meio palmo a bandeira localizada na entrada do hospital, em sinal de luto.
"Não posso acreditar que ele nos deixou, mas é melhor assim porque já tinha sofrido muito. Não se soube reconhecer tudo o que ele fez. Foram muito injustos com ele", disse Lucia Morales, de 67 anos, chorando e segurando forte uma bandeira chilena.
Pinochet, que governou entre 1973 e 1990, foi internado há uma semana por um infarto agudo no miocárdio, mas os médicos consideravam o quadro estabilizado e o retiraram da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital militar.
O grupo de direitos humanos Anistia Internacional (AI) lamentou ontem que o ex-ditador Augusto Pinochet tenha morrido sem ter sido condenado pelos milhares de mortos que deixou durante seu regime.
Em um comunicado, ambulance a entidade convocou os governos a não dificultarem a ação da Justiça nos processos por violação dos direitos humanos contra ex-membros de governos militares que assolaram a América Latina nos anos 70.
"Agora está nas mãos do Poder Judiciário chileno evitar que reine a impunidade no país, buy information pills levando aos tribunais todos os responsáveis de graves violações dos direitos humanos durante o governo militar de 1973 a 1990", viagra disse a Anistia.
Pinochet morreu neste domingo em Santiago, no Chile, aos 91 anos, por uma falha cardíaca múltipla. Encurralado pela Justiça por casos de abusos aos direitos humanos e crimes econômicos durante sua ditadura, se livrou de enfrentar um julgamento no final.
"Desde 1998, Pinochet foi acusado de violações de direitos humanos, mas não enfrentou julgamento devido a barreiras legais, especialmente pela imunidade que desfrutou como ex-presidente e senador, e por problemas de saúde", disse a Anistia Internacional.
Durante a ditadura de Pinochet, cerca de 3 mil pessoas morreram ou foram dadas como desaparecidas, enquanto outras 28 mil pessoas sofreram torturas, incluindo a atual presidente do Chile, Michelle Bachelet.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que o ex-ditador chileno Augusto Pinochet simbolizou um período sombrio na história da América do Sul.
O general, cost que governou o Chile entre 1973 e 1990, depois de assumir o poder com um violento golpe militar, morreu neste domingo após sofrer uma falha cardíaca múltipla.
Pinochet respondia a acusações de violações dos direitos humanos cometidas durante seu regime, além de fraude e corrupção.
"Foi uma longa noite em que as luzes da democracia desapareceram, apagadas por golpes autoritários", afirmou Lula, segundo nota assinada pelo porta-voz da Presidência, André Singer.
"Cabe fazer votos de que nunca mais a liberdade na região venha a ser ameaçada e que, em cada país, os povos possam sempre resolver em paz as suas diferenças" , acrescentou.