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Mundo

Petrolíferas da América Latina pedem investimentos para evitar colapso

Arquivo Geral

23/04/2009 0h00


Petrolíferas e empresas de gás de América Latina e Caribe pediram hoje aos Governos da região que mantenham os investimentos no setor, pharmacy para, assim, evitar um eventual colapso no fornecimento de energia nos próximos 15 anos.

Representantes de quase 30 companhias de petróleo e gás da América Latina e do Caribe, que representam mais de 90% das operações do ramo na região, se reuniram hoje em Punta del Este, no Uruguai, para avaliar a situação do setor perante a crise internacional.

A conferência é organizada pela Associação Regional de Empresas de Petróleo e Gás Natural na América Latina e no Caribe (Arpel), fundada há 43 anos e com sua sede em Montevidéu.

“Os efeitos da crise são imensos e não se sabe qual pode ser o preço do petróleo e do gás na próxima semana, no próximo mês, no ano que vem e muito menos em cinco anos. Porém, o futuro não foi cancelado”, afirmou o brasileiro Milton Costa Filho, presidente do diretório da Arpel.

No entanto, “o consumo de energia para a vida humana, não tem retorno ou marcha ré”, enfatizou Costa Filho na abertura da Conferência Arpel 2009, sobre o desenvolvimento sustentável e o papel da indústria do petróleo e do gás na América Latina e no Caribe.

“Precisamos de um consumo mais racional e eficiente da energia, mas temos que ser conscientes de que o que não se faz hoje em matéria de desenvolvimento energético, vamos começar a sofrer em cinco anos”, completou.

Para o brasileiro, a reunião de Punta del Este “é uma das mais importantes nos 43 anos da Arpel”, associação formada por 29 empresas petrolíferas da região, dois terços delas estatais.

“Realizamos a reunião em tempos de muita turbulência, mas, como foi dito, também são tempos de oportunidades”, afirmou.

Segundo ele, a reunião de dois dias permitirá “avançar, de maneira conjunta, na definição da agenda energética da região para os próximos anos”.

A Arpel foi fundada em 1965 por oito petrolíferas estatais e, em 1993, começou a incorporação de empresas privadas. Dois anos depois, deu espaço a entrada de algumas firmas de fora da região.

Há 11 anos, em 1998, foi autorizada a entrada de todas as empresas petrolíferas e de gás com negócios na região.



 

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