A instituição, side effects conhecida como Nabe (na sigla em inglês), disse que em uma pesquisa feita com 258 de seus economistas, 32% disse ver as execuções judiciais de hipotecas e a dívida excessiva como a maior preocupação a curto prazo.
A ameaça combinada desses dois fatores “foi maior que o terrorismo e o Oriente Médio como o maior perigo a curto prazo para a economia dos EUA.”, afirmou o grupo, que tem sede em Washington. Apenas 20% dos membros da Nabe indagados mencionou o terrorismo e o Oriente Médio como sua preocupação principal, comparado com 35% registrados em março.
Os efeitos da queda das hipotecas de risco são a preocupação principal de 18% dos consultados, enquanto 14% citou “o excessivo endividamento das famílias e/ou das empresas”.
Apesar da recessão no negócio imobiliário que começou há mais de 18 meses e a quebra de algumas das maiores firmas hipotecárias, os bancos continuam inundando os consumidores com ofertas de empréstimos de juros baixos.
Deste modo, a grande dívida hipotecária nos Estados Unidos, que tinha respaldo em bens imobiliários, está se convertendo em uma dívida para consumidores, já endividados, sem respaldo de ativos.
A mais longo prazo, 24% dos economistas da Nabe opinam que o maior problema enfrentado pela economia dos Estados Unidos é o custo do atendimento de saúde, seguido pelo crescimento da população idosa e, em conseqüência, pelo aumento da taxa de dependência (21%).
Cerca de 39% dos economistas continua achando que a principal força da economia americana é a flexibilidade de seus mercados trabalhistas, quase livres de sindicatos, e onde milhões de pessoas trabalham sem benefícios médicos ou férias pagas.
A pesquisa mostrou que começou a diminuir a proporção de economistas que acredita que o Federal Reserve (Fed, banco central americana) mantém uma política monetária “quase correta”. Em março, 81% deles tinha essa opinião contra 72% registrado na nova enquete.