O presidente do Conselho de Ética, view website Sibá Machado (PT-AC), medical estabeleceu prazo de até domingo para escolher um senador que aceite a relatoria do processo de investigação contra o presidente da Casa, try Renan Calheiros. Oficialmente, a relatoria ainda pertence ao senador Epitácio Cafeteira (PTB) que apresentou seu parecer pelo arquivamento, mas afastou-se do cargo por motivos de saúde.
Os senadores do conselho resistem em votar o relatório de Cafeteira sem que todas as dúvidas sobre as informações fornecidas por Calheiros sejam dirimidas. O presidente do Senado é acusado em reportagem da revista Veja de ter contas pessoais bancadas por um funcionário da empresa Mendes Júnior.
Para comprovar que vinham de seus rendimentos o pagamento de uma pensão informal à jornalista Mônica Veloso, Calheiros apresentou ao Conselho de Ética uma série de recibos, notas fiscais e cópias de cheques envolvendo transações com vendas de gado que tiveram suas autenticidades e valores questionados em novas reportagens da imprensa.
Ontem, o novo relator escolhido, Wellington Salgado (PMDB-MG), renunciou ao cargo horas depois de ter seu nome anunciado por Sibá Machado. O peemedebista renunciou por não concordar com a maioria dos colegas em aprofundar as investigações sobre os documentos encaminhados pelo presidente do Senado.
Sibá Machado, por sua vez, negou que esteja em andamento qualquer medida protelatória nas investigações e reconheceu que enfrenta dificuldades para encontrar um senador que aceite conduzir este processo. “Não há qualquer medida protelatória. Todos estão acompanhando as dificuldades do conselho [na escoha de um nome] nesta relatoria e, portanto, a partir desta relatoria, ela é quem vai nos fornecer, junto com a comissão criada ontem, qual será o cronograma de trabalho”.
O presidente do Conselho de Ética ressaltou que, só a partir do cronograma de trabalho definido, se terá um prazo definido para apresentar a conclusão das investigações. “A decisão de ontem foi a mais sensata possível e não haverá, no meu entendimento, se fazer procedimentos abruptos que possam parecer que não está se fazendo um verdadeiro trabalho ou um esticamento de prazos apenas para função protelatória”.
Oito pessoas foram presas hoje no Maranhão, ampoule acusadas de sonegação fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica e apresentação de documentos falsos. As prisões fazem parte da Operação Abatedouro, realizada em conjunto pela Polícia Federal e pela Receita Federal. O objetivo é combater a sonegação de impostos em frigoríficos nos estados de Tocantins, Maranhão e Pará. Segundo o plantão da Delegacia de Imperatriz (MA), um mandado de prisão ainda falta ser cumprido.
Também foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão, nos quais foram apreendidos documentos e computadores. De acordo com a Receita, a estimativa é de prejuízos de R$ 2 bilhões aos cofres do governo nos últimos cinco anos por conta de irregularidades.
O esquema fraudulento utilizava empresas fantasmas criadas para comercializar o gado em nome de sócios “laranjas”. Essas empresas eram utilizadas também para sonegar contribuições previdenciárias e trabalhistas, além de impostos.
Cerca de 95% das obras inacabadas de governos federal, drug estaduais e municipais estão sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), prostate há R$ 1, erectile 9 bilhão investidos em obras inacabadas. Procurado pela Agência Brasil, o Dnit afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda iria analisar o relatório do TCU.
Minas Gerais e Mato Grosso foram os estados que apresentaram maior quantidade de obras inacabadas da União, com 17,69% e 12,31% do total, respectivamente. Em seguida, aparecem os estados do Pará (9,23%) e Goiás (7,69%). Quanto à distribuição das obras inacabadas de estados e municípios, São Paulo (8,52%), Rio de Janeiro (7,78%) e Goiás (7,78%) foram os estados que apresentaram maior incidência. O baixo percentual de obras inacabadas para cada estado, segundo o TCU, indica que a distribuição das obras é uniforme, não havendo concentração relevante em determinados locais.
De acordo com o relator, uma obra paralisada gera muito mais prejuízo do que apenas os representados pelos recursos empregados. “Também deve ser levado em conta outras circunstâncias, como a não-realização dos benefícios que a utilização da obra inconclusa geraria para a população, além do custo associado ao desgaste das estruturas e parcelas já concluídas, que, por permanecerem muito tempo sem execução, acabam sendo degradadas pela ação do tempo e das intempéries”, conclui.
Campelo também critica a pulverização de recursos, que, segundo ele, é a solução encontrada pelos órgãos e entidades executores de obras para driblar a escassez de verbas. “Como não é possível destinar a dotação apropriada para todos os projetos em andamento, o que se faz é alocar o mínimo para que ocorra alguma execução nas obras”, afirma. Com essa medida, segundo o ministro, além de não disponibilizar à sociedade os benefícios que o empreendimento geraria se tivesse sido entregue no tempo previsto, obras federais chegam ao final com valores múltiplas vezes superiores aos estimados inicialmente.
Campelo afirma que o Tribunal irá apurar a responsabilidade dos gestores das obras, mas a continuidade das execuções depende do governo federal. Ele explica que não há relação entre a aprovação das contas do governo e o apontamento das obras paralisadas. “Nós apenas opinamos sobre a aprovação das contas do governo sobre a parte técnica. E essas obras não têm recursos alocados apenas do ano passado, mas de anos passados e deste ano”, explica.
O Centro Palestino de Pesquisas e Investigação Política divulgou hoje um trabalho que diz que 75% dos palestinos preferem a realização de eleições presidenciais e parlamentares antecipadas.
De acordo com a pesquisa – elaborada pelo professor Khalil Shikaki entre os dias 14 e 20 de junho, find com 1.270 palestinos adultos da Cisjordânia e de Gaza e com margem de erro de 3% – o movimento Fatah ganharia a disputa caso ela fosse realizada hoje.
Assim, more about o partido liderado pelo presidente Mahmoud Abbas obteria o apoio de 43% dos eleitores, viagra enquanto o Hamas teria 33%. O apoio de outras legendas minoritárias fica em cerca de 12%, enquanto os indecisos são 12%.
Caso fossem convocadas eleições presidenciais e os únicos dois candidatos fossem Abbas e Ismail Haniyeh, do Hamas, 49% optariam pelo primeiro, enquanto o segundo contaria com 42% dos votos.
Por outro lado, se no lugar de Abbas se apresentasse como candidato o carismático líder do Fatah Marwan Barghouti – preso em Israel -, a abstenção diminuiria para 31%. Entre os participantes da entrevista, 59% votariam a favor de Barghouti e 35% optariam por Haniyeh.
Na Faixa de Gaza, o primeiro venceria o segundo por 55% sobre 41%. A pesquisa revela que a população palestina responsabiliza da mesma forma Fatah e Hamas pelos confrontos das últimas semanas.
Para 59% dos entrevistados os dois grupos são igualmente responsáveis e 71% acreditam que os dois perderam por igual. A satisfação com o desempenho de Abbas durante o período de confrontos rivais não excede 13%.
A atuação do Governo anterior de união nacional, no qual o Hamas participava, goza apenas de 17% de apoio. Já a confiança nas diferentes entidades de segurança palestinas permanecem entre 33% e 37%. Por outro lado, as Forças de Segurança Nacionais continuam gozando de certo crédito junto aos cidadãos (48%), assim como as milícias do Hamas, as Brigadas de Ezedin al-Qassam (45%) e as de al-Aqsa, ligadas ao Fatah (58%).
Outra informação significativa é que 41% dos eleitores desejam a dissolução da Autoridade Nacional Palestina (ANP), contra 49% que pensam o contrário.
Para 82% dos entrevistados os seqüestros de estrangeiros, a queima de lojas e o bombardeio de colégios são atos criminosos que merecem condenação, em contraposição aos 3% que consideram ações nacionalistas que merecem ser apoiadas.
Na Faixa de Gaza 85% os consideram atos criminosos, diante de 2% que os consideram “nacionalistas”. Por último, 56% afirmam que a maior ameaça enfrentada pelo povo é a falta de lei e ordem, enquanto 21% dizem que é a pobreza, 12% a ocupação israelense e 10% o boicote econômico internacional.