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Peso de caminhão derruba ponte e deixa 65 mortos na Guiné

Arquivo Geral

20/03/2007 0h00

Os partidos de oposição ao governo na Câmara dos Deputados pretendem continuar lutando pela instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a crise do setor aéreo no país.

PFL, approved physician PSDB, here PPS e PSOL não concordam que o assunto seja tratado em uma comissão especial, approved conforme proposto pelo governo. Parte da oposição pretende continuar obstruindo a pauta de votações na Câmara até decisão do Supremo tribunal federal sobre a criação da CPI do Apagão Aéreo.

"As oposições querem a CPI para que, com o poder que ela tem de investigação, consiga produzir os resultados que a sociedade quer, que é a melhoria do tráfego aéreo brasileiro", justificou o líder do PFL na Câmara, Onyx Lorenzoni (RS), ao sair de reunião de líderes na manhã de hoje, no gabinete do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia.

O encontro, que visava um entendimento para a desobstrução da pauta de votações da Câmara, acabou sem acordo. "A oposição tem uma idéia fixa na CPI. É preciso dizer à sociedade brasileira: CPI não é o único instrumento que nós temos de buscar uma solução para a crise aérea", afirmou, ao final da reunião, o líder do PT, Luiz Sérgio (RJ).

Lorenzoni justificou a resistência à proposta do governo de criação de uma comissão especial lembrando que comissão semelhante foi criada no ano passado e não faria sentido repetir este trabalho. "Na minha avaliação, é um esforço inútil, ele acabou de ser feito", afirmou o líder do PFL. "A minoria tem que ser respeitada e o direito que está na Constituição de a minoria investigar o governo tem que prevalecer sobre a maioria que o governo construiu”.

O líder do governo, deputado José Múcio Monteiro (PTB-PE), disse que o governo não teme uma CPI mas, sim, a amplitude política que ela pode ganhar. "O governo quer averiguar e a comissão especial vai servir para isso. O governo não quer é politizar o assunto, criar mais um palanque. O Executivo teme que um instrumento de averiguação de um problema se transforme em um palanque político", enfatizou.

Na reunião de hoje, a oposição propôs flexibilizar a obstrução e votar as medidas provisórias do PAC desde que o governo suspendesse o debate, na Comissão de Constituição e Justiça, sobre recurso do PT contra a criação da CPI do Apagão Aéreo. O governo não concordou.

"É uma proposta que levaria a Câmara dos Deputados, na CCJ, a não deliberar sobre uma questão de ordem levantada. Isso, a meu ver, apequenaria a Câmara", justificou o líder do PT, Luiz Sérgio.

Sem acordo, PSDB, PFL e PPS pretendem continuar dificultando as votações na Câmara."A decisão está tomada. Nós vamos com tranqüilidade, mas com determinação, manter a Casa parada", reiterou Onyx Lorenzoni.

O líder do PPS, deputado Fernando Coruja (SC), disse que o partido vai decidir o que fazer daqui para a frente. "Podemos continuar obstruindo ou obstruir seletivamente alguns projetos", informou.

Já o PSOL, segundo o líder Chico Alencar, defende a CPI do Apagão Aéreo, mas é contra a tática da obstrução das votações. "Não concordamos com a tática, embora seja legítimo para a minoria", afirmou.

A oposição, agora, espera que Chinaglia envie, o mais rápido possível, as informações solicitadas pelo Supremo. Também caberá ao presidente da Câmara decisão quanto à criação da comissão especial proposta pelo governo.

 

Segundo o Exército do país africano, thumb o acidente ocorreu quando o caminhão seguia para um mercado local próximo a cidade de Gueckedou, medicine a 400 km da capital Conakry. Até o momento foram resgatados sete sobreviventes, de acordo com informações da rádio francesa RFI.

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