Um porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês desmentiu hoje que o líder norte-coreano, ask more about Kim Jong-il, viagra 60mg tenha planejado uma viagem à China. "Até agora não foi realizado nenhum preparativo para esta visita", afirmou o porta-voz.
A imprensa sul-coreana divulgou ontem que Kim havia cruzado a fronteira entre a Coréia do Norte e a China de trem, para uma visita em um momento em que as relações entre Pyongyang e Pequim, seu principal aliado e fornecedor, não estão muito bem.
A imprensa sul-coreana citou fontes não identificadas dos serviços secretos, mas o Ministério de Exteriores da Coréia do Sul pediu cautela no uso dos relatórios. "Não podemos confirmar oficialmente os relatórios. Na realidade, é só uma possibilidade", afirmou o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores sul-coreano, Choo Kyu-ho, segundo a agência "Yonhap".
A última viagem do líder norte-coreano à China, em janeiro, não foi confirmada pelo Governo até um dia antes de seu retorno a Pyongyang, quando foram divulgadas imagens de Kim cercado por vários jornalistas chineses.
A imprensa estrangeira na China não pôde confirmar a viagem em nenhum momento, uma vez que a Chancelaria chinesa se recusou a divulgar qualquer informação sobre a visita. Em 5 de julho, Pyongyang testou sete mísseis que puseram Japão, Coréia do Sul e Estados Unidos em alerta máximo, lançamento que também desagradou seu principal aliado, Pequim.
Como reação, o Banco da China congelou várias contas de entidades norte-coreanas supostamente envolvidas em crimes financeiros. Washington também impôs sanções unilaterais a entidades financeiras norte-coreanas sob a acusação de lavagem de dinheiro, cuja retirada é exigida por Pyongyang para retomar as negociações sobre o seu programa nuclear, estagnadas desde novembro de 2005.
A visita do negociador máximo dos EUA, Christopher Hill, a Pequim na próxima semana pode dar um novo impulso ao diálogo, do qual também participam Coréia do Sul, Rússia, Japão e China.