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Mundo

Pentágono dificulta expulsão de gays das Forças Armadas

Arquivo Geral

25/03/2010 17h25

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou hoje uma revisão na política do Pentágono para os homossexuais, cujo objetivo seria dificultar a expulsão de soldados gays.

“Todos os casos em abertos atualmente serão reavaliados” de acordo com a nova política, disse Gates em uma entrevista coletiva conjunta com o chefe das Forças Armadas, o almirante Michael Mullen.

Segundo a política atual, que vigora desde 1993 e ficou conhecida pelo nome “Don’t Ask, Don’t Tell”, os homossexuais podem servir nas Forças Armadas americanas, desde que mantenham sua orientação sexual em segredo ou que outra pessoa não a revele.

Porém, de acordo com as novas regras, válidas a partir de hoje, as Forças Armadas não abrirão mais investigações sobre a homossexualidade de um soldado com base em denúncias anônimas. Isso só acontecerá se as acusações forem feitas sob juramento.

Além disso, os investigadores “prestarão especial atenção” à hipótese de haver “terceiros interessados em prejudicar o soldado” exposto e todos os casos terão de ser revisados por oficiais de alta patente, destacou Gates.

Como provas da homossexualidade de um soldado também não poderão ser apresentadas informações confidenciadas a advogados, médicos ou religiosos.

As novas regras representam uma medida de transição até a aprovação no Congresso de uma emenda que permitiria aos soldados homossexuais revelar sua orientação sexual, conforme solicitado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

A política “Don’t Ask, Don’t Tell” “continua vigorando e tendo de ser cumprida. Ao mesmo tempo, estas mudanças nos permitirão aplicá-la de forma justa e mais apropriada”, destacou Gates.

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    Pentágono dificulta expulsão de gays das Forças Armadas

    Arquivo Geral

    25/03/2010 16h32

    O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou hoje uma revisão na política do Pentágono para os homossexuais, cujo objetivo seria dificultar a expulsão de soldados gays.

    “Todos os casos em abertos atualmente serão reavaliados” de acordo com a nova política, disse Gates em uma entrevista coletiva conjunta com o chefe das Forças Armadas, o almirante Michael Mullen.

    Segundo a política atual, que vigora desde 1993 e ficou conhecida pelo nome “Don’t Ask, Don’t Tell”, os homossexuais podem servir nas Forças Armadas americanas, desde que mantenham sua orientação sexual em segredo ou que outra pessoa não a revele.

    Porém, de acordo com as novas regras, válidas a partir de hoje, as Forças Armadas não abrirão mais investigações sobre a homossexualidade de um soldado com base em denúncias anônimas. Isso só acontecerá se as acusações forem feitas sob juramento.

    Além disso, os investigadores “prestarão especial atenção” à hipótese de haver “terceiros interessados em prejudicar o soldado” exposto e todos os casos terão de ser revisados por oficiais de alta patente, destacou Gates.

    Como provas da homossexualidade de um soldado também não poderão ser apresentadas informações confidenciadas a advogados, médicos ou religiosos.

    As novas regras representam uma medida de transição até a aprovação no Congresso de uma emenda que permitiria aos soldados homossexuais revelar sua orientação sexual, conforme solicitado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

    A política “Don’t Ask, Don’t Tell” “continua vigorando e tendo de ser cumprida. Ao mesmo tempo, estas mudanças nos permitirão aplicá-la de forma justa e mais apropriada”, destacou Gates.

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