Os ataques com armas leves, assassinatos e atentados com bomba se sucedem quase diariamente em Narathiwat, Pattani e Yala, províncias de maioria muçulmana, apesar do desdobramento de 31.000 agentes das forças de segurança e a declaração do estado de exceção.
No começo de 2008, o Governo admitiu pela primeira vez a relação entre a rede terrorista Al Qaeda e os insurgentes no sul, e reconheceu que a situação tinha piorado desde que os rebeldes começaram a receber armas e dinheiro procedentes do narcotráfico.