O ministro do Planejamento, page visit this Orçamento e Gestão, try Paulo Bernardo, participa hoje do lançamento do livro Brasil: o estado de uma nação. Será às 10 horas no auditório do ministério. Às 15 horas, ele recebe o ministro Altemir Gregolin, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca.
O estudo que será lançado hoje foi feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e é o segundo de uma série iniciada em 2005. A nova obra, composta por oito capítulos, é dedicada à análise da realidade e das perspectivas do mercado de trabalho brasileiro.
O presidente do Ipea, Luiz Henrique Proença Soares, e o coordenador do estudo, Paulo Tafne, falarão sobre o trabalho.
Ontem, pill por volta das 22h30, dois jovens foram presos em flagrante pelo assassinato brutal de Antão Guimarães de Souza Neto, 39 anos. Paulo Marcos de Oliveira Sampaio, 20 anos, e Leonardo Gomes da Mota, 19 anos, espancaram Antão com um porrete de madeira. O homicídio ocorreu próximo à linha férrea do Riacho Fundo, e a polícia ainda não sabe a causa do assassinato.
Também às 22h30 de ontem, Nathan Veríssimo Conceição Sodré, 14 anos, em decorrência de um tiro disparado contra seu abdômen. O assassino de Nathan fugiu e a polícia investiga o caso. Nathan foi morto no conjunto C, da QNO do Setor “O” na Ceilândia Norte. Ele ainda foi socorrido e levado ao Hospital Regional da Ceilândia (HRC), mas não resistiu ao ferimento.
Em Taguatinga Norte, Marisan Soares da Silva, 31 anos, foi atingida no abdômen por uma faca. Marisan estava no Bar do Sidney, cerca das 21h30 de ontem quando ocorreu o caso. A vitima foi socorrida e levada ao HRC. A policia ainda não identificou o autor da tentativa de homicídio.
Na quadra 116 do Recanto das Emas, Waalflagran Eduardo Araújo Brito, 23 anos, foi atingido no abdômen por três tiros. Waalflagran morreu na hora e a delegacia investiga o crime, ainda sem pistas sobre o assassino que fugiu. O crime ocorreu às 9h de ontem.
Atualizada às 13h58
Milhares de esquerdistas cercaram os escritórios de três grandes bancos estrangeiros na Cidade do México hoje, click em um novo protesto para conseguir a recontagem de votos das eleições presidenciais de 2 de julho. Os manifestantes argumentam que a eleição foi fraudada.
Os manifestantes cercaram os escritórios do Banamex, o braço mexicano do Citigroup, do britânico HSBC e do Bancomer, de propriedade do espanhol BBVA. Eles se sentaram no chão, ao redor dos prédios, e prometeram impedir o acesso a eles durante horas.
Os esquerdistas são simpatizantes do candidato Andrés Manuel López Obrador, que perdeu a eleição, por uma pequena margem de votos, para Felipe Calderón, e que denuncia fraudes no processo.
Hoje autoridades eleitorais começaram a recontar os votos de 9% das urnas em uma tentativa de afastar as suspeitas de irregularidade e acalmar a crise que ameaça dividir o país.
Mas Obrador exige uma recontagem de todos os 41 milhões de votos. Há dez dias os simpatizantes dele mantêm acampamentos na principal avenida do bairro comercial da Cidade do México e na praça Zócalo, também na capital, prejudicando o trânsito.
Os manifestantes prometeram ampliar a campanha de desobediência civil realizando protestos surpresa em todo o país nesta semana.
Apenas um dos grandes bancos do México é de propriedade de mexicanos, e a recente restruturação do setor sempre foi citada como um exemplo das reformas de livre mercado realizadas pelo atual governo. Portanto, não houve uma grande surpresa quando os manifestantes escolheram esse alvo.
"Agora é a vez dos bancos", disse Gerardo Fernandez, porta-voz do Partido da Revolução Democrática (PRD), de López Obrador.
Durante a campanha eleitoral, o candidato esquerdista Obrador prometeu reabrir os registros sobre o polêmico plano de US$ 100 bilhões, adotado pelo governo para salvar bancos particulares durante a crise econômica da metade dos anos 90. A maior parte dos grandes bancos que sobreviveram à crise foi mais tarde vendida para grandes corporações internacionais.
"O Banamex é, na verdade, do Citigroup, um banco estrangeiro que saqueia o país", afirmou Fernandez. "Ele ficou com mais de 10% do dinheiro usado para salvar os bancos".
A partir da manhã de hoje, juízes, autoridades do setor eleitoral e representantes dos partidos vão passar cinco dias verificando a contagem de votos em 11.839 locais de apuração para ver se há alguma verdade na alegação de López Obrador de que ele foi vítima de fraude. Se a contagem parcial mostrar uma aproximação do esquerdista em relação a Calderón, as autoridades podem se ver obrigadas a reabrir todas as urnas. Mas, se não houver nenhuma mudança nos números, López Obrador deverá ser duramente pressionado para abandonar sua luta.
Muitos temem que o embate fique violento e se transforme no maior desafio à democracia mexicana desde que o atual presidente do país, Vicente Fox, subiu ao poder em 2000, colocando fim às sete décadas de controle do México pelo Partido Revolucionário Institucional (PRI), famoso por suas fraudes eleitorais.
Nesta semana, o governo mexicano ampliou o aparato de segurança em torno de Fox e também enviou policiais federais para proteger instalações de petróleo e o aeroporto internacional da capital.
A margem de vitória de Calderón foi de 244.000 votos, ou apenas 0,58% dos votos. O candidato governista contesta as acusações de fraude no processo eleitoral. A equipe dele acusa López Obrador e o PRD de usar a fratura social do país para tentar vencer nas ruas uma disputa perdida nas urnas.
Cesar Nava, um importante assessor de Calderón, avisou ontem que a longa batalha poderia minar a estabilidade do país, conquistada a duras penas. "A estabilidade será ameaçada se o PRD continuar com essa atitude, com esse discurso violento e com essa tentativa de dividir o país, fracioná-lo entre ricos e pobres, direita e esquerda, opressores e oprimidos", disse.
Apesar dos discursos acalorados vindos dos dois campos e apesar da crescente tensão, não houve episódios de violência nos protestos. E López Obrador repete sempre que sua campanha é pacífica.