O tratado, aprovado em substituição do fracassado projeto de Constituição da UE – rejeitado pelos eleitores franceses e holandeses em referendos em 2005 -, foi votado na Câmara búlgara com 199 votos a favor e 15 contra.
“O documento tornará a Europa mais forte e próxima aos cidadãos europeus”, disse o primeiro-ministro da bulgária, Serguei Stanishev.
O Tratado de Lisboa abre as portas para que a UE supere o bloqueio institucional e entre em uma nova fase de desenvolvimento.
Caso consiga a ratificação do texto, de 250 páginas, pelos 27 países-membros da UE, o bloco terá personalidade jurídica própria para assinar acordos internacionais.
Mas, depois do receio dos franceses e holandeses de que a UE se transformasse em um “Superestado”, o texto evita qualquer referência direta à constitucionalidade, e nenhum artigo menciona símbolo algum da UE, como poderia ser uma bandeira ou hino nacional.