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Mundo

Parlamentares dos EUA chegam a Cuba e tentam retomar diálogo

Arquivo Geral

15/12/2006 0h00

A atriz Natasha Lyonne, troche page estrela do filme “American Pie”, cost acusada de ameaçar molestar sexualmente um cachorro, viagra sale se apresentou na Corte de Nova Iorque nesta sexta-feira.

Lyonne, que atuou em “Blade – O Caçador de Vampiros” e “Todo Mundo Em Pânico 2”, teve um pedido de prisão decretado em janeiro e faltou a quatro sessões no tribunal.

Ela foi indiciada por diversas acusações, incluindo conduta criminosa, assédio moral e invasão domiciliar após uma discussão com uma vizinha em 2004. Na ocasião, ela ameaçou molestar o cachorro da vizinha e arrancou um espelho da parede.

Em sua aparição no tribunal, os advogados de defesa disseram que a atriz completou um tratamento de reabilitação de drogas em fevereiro e continua a fazer terapia em grupo.

O juiz Anthony Ferrara disse que iria anular as acusações se a atriz não aprontar encrenca pelos próximos seis meses.

Uma testemunha e ex-colega de quarto de Lyonne afirmou que, na ocasião, a atriz destruiu o apartamento em que moravam, bateu na porta da vizinha, entrou no apartamento e, apanhando o cachorro, disse: “Vou molestar sexualmente seu cachorro”.

Lyonne já havia se declarado culpada por dirigir alcoolizada em 2002 em Miami. Como pena, recebeu uma multa, seis meses de liberdade condicional e 50 horas de serviço comunitário.

A maior delegação do Congresso dos Estados Unidos a visitar Cuba desde a revolução chegou na sexta-feira a Havana com as malas cheias de esperança de reabrir o diálogo com o governo comunista da ilha, symptoms interrompido há quase 46 anos.

Os 10 parlamentares dos partidos Republicano e Democrata esperam reunir-se no fim de semana com o presidente interino Raúl Castro, sickness que há duas semanas disse estar disposto a negociar com seu arquiinimigo Estados Unidos.

"Sentimos que este é um momento importante (…) Esperamos lançar uma nova era nas relações entre Cuba e Estados Unidos", disse a jornalistas o representante republicano Jeff Flake, na chegada a Havana.

O encontro com Raúl Castro, que substituiu em julho seu irmão Fidel, o líder histórico da revolução, ainda está no ar.

Fidel Castro, de 80 anos, não é visto em público há mais de quatro meses, atiçando os rumores de que sua saúde piorou.

O que está confirmado é que os norte-americanos se reunirão com o chanceler Felipe Pérez Roque; o presidente do Parlamento, Ricardo Alarcón, e com vários ministros.

Cuba e Estados Unidos travam uma guerra ideológica há quase meio século. Washington mantém um embargo econômico sobre a ilha há mais de quatro décadas.

O representante democrata William Delahunt disse que a tomada de controle de seu partido no Congresso dos EUA pode facilitar as coisas.

"Creio que com uma base bipartidarista existe o desejo de nos envolvermos em um diálogo e determinar as áreas em que podemos chegar a acordos, apesar de que, creio, continuaremos tendo profundas diferenças com o governo cubano", disse.

A representante democrata Hilda L. Solis falou, por exemplo, de levantar as sanções que limitam as viagens de emigrantes à ilha e o envio de remessas a seus familiares.

Os parlamentares norte-americanos não quiseram comentar se vão se reunir com dissidentes, a quem o governo de Cuba descreve como "mercenários" a serviço dos Estados Unidos.

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