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Para Israel, reeleição de Ahmadinejad <i>aumenta ameaça iraniana</i>

Arquivo Geral

13/06/2009 0h00

O Governo israelense acha que a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad como presidente do Irã representa um “aumento da ameaça iraniana” e confirma sua expectativa de o pleito não mudaria muita coisa no país.

“Se havia alguma sombra de esperança de mudança no Irã, abortion eis aqui a reeleição de Ahmadinejad, for sale que significa o aumento da ameaça iraniana”, case declarou o vice-ministro de Assuntos Exteriores de Israel, Danny Ayalon.

Em nota, Ayalon disse que seu país “não esperava” que o pleito pudesse gerar mudanças “quanto ao programa nuclear e ao terrorismo”, já que não havia “diferenças significativas” entre os candidatos.

Agora, a diplomacia israelense pede de novo à “comunidade internacional” que force Teerã a “suspender imediatamente” seu programa nuclear, visto pelo Estado judeu como a maior ameaça à sua existência.

Por sua vez, o ministro de Cooperação Regional, Silvan Shalom, do Likud (direitta), disse que os resultados “explodem na cara daqueles que pensavam que o Irã estava pronto para o diálogo verdadeiro com o mundo livre” e até para “interromper seu programa nuclear”.

“A vitória de Ahmadinejad é uma mensagem clara ao mundo de que sua política tem o apoio majoritário do povo iraniano”, acrescentou Shalom.

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    Para Israel, reeleição de Ahmadinejad <i>aumenta ameaça iraniana</i>

    Arquivo Geral

    13/06/2009 0h00

    O Governo israelense acha que a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad como presidente do Irã representa um “aumento da ameaça iraniana” e confirma sua expectativa de o pleito não mudaria muita coisa no país.

    “Se havia alguma sombra de esperança de mudança no Irã, sale eis aqui a reeleição de Ahmadinejad, stuff que significa o aumento da ameaça iraniana”, declarou o vice-ministro de Assuntos Exteriores de Israel, Danny Ayalon.

    Em nota, Ayalon disse que seu país “não esperava” que o pleito pudesse gerar mudanças “quanto ao programa nuclear e ao terrorismo”, já que não havia “diferenças significativas” entre os candidatos.

    Da mesma forma se expressou o ministro de Exteriores, Avigdor Lieberman, que destacou que “o problema do Irã não é de natureza pessoal”, mas “nasce da política do regime de Teerã”.

    “Tudo isso mais ainda à luz da vitória de Ahmadinejad e da continuação de seu mandato”, afirmou Lieberman em comunicado.

    A diplomacia israelense pede de novo à “comunidade internacional” que force Teerã a “deter imediatamente” seu programa nuclear, que o Estado judeu percebe como a principal ameaça à sua existência.

    Por sua vez, o ministro de Cooperação Regional, Silvan Shalom, do Likud (direitta), disse que os resultados “explodem na cara daqueles que pensavam que o Irã estava pronto para o diálogo verdadeiro com o mundo livre” e até para “interromper seu programa nuclear”.

    “A vitória de Ahmadinejad é uma mensagem clara ao mundo de que sua política tem o apoio majoritário do povo iraniano”, acrescentou Shalom.

    Yossi Peled, ministro sem pasta (também do partido Likud, do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu), acredita que a vitória do ultraconservador Ahmadinejad “indica com clareza que o Irã e é ainda a maior ameaça para o mundo livre”.

    “Peço à comunidade internacional para reconsiderar sua política em direção aos planos nucleares iranianos e para impor sanções graves contra o regime iraniano”, ressaltou.

    Pelo contrário, o movimento islâmico palestino Hamas felicitou Ahmadinejad pela reeleição, a qual interpretou como uma mostra do “amplo apoio popular” à sua “política de desafio” às potências ocidentais.

    “Os resultados mostram também que as autoridades iranianas tiveram sucesso em apoiar e manter os interesses e esperanças do povo para protegê-lo das ameaças” do Ocidente, disse o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhum, em comunicado.

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