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Mundo

Para EUA, futuro presidente poderá comandar volta à democracia em Honduras

Arquivo Geral

28/11/2009 0h00


O Governo dos Estados Unidos afirmou hoje que o presidente eleito no pleito hondurenho deste domingo terá a oportunidade “única” de impulsionar a “vital” tarefa de restabelecer a ordem democrática no país por meio do Acordo Tegucigalpa-San José.

“O presidente que vier a ser eleito em eleições vistas como livres e justas terá a oportunidade única de promover esta vital missão”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, em comunicado.

Segundo a nota, o pleito constitui “outro passo crucial” rumo ao restabelecimento da ordem democrático e constitucional em Honduras depois da assinatura do acordo Tegucigalpa-San José no último dia 30.

Os EUA reiteram que o processo eleitoral hondurenho começou “bem antes” de 28 de junho, dia do golpe de Estado que derrubou Manuel Zelaya, e dele participam candidatos “legítimos” que representam partidos com uma longa tradição democrática e de um amplo espectro ideológico.

Kelly lembra também que as eleições ocorrem sob a responsabilidade de um Tribunal Supremo Eleitoral “multipartidário e autônomo” que foi eleito também antes do golpe.

Para Washington, o pleito de domingo, no qual os hondurenhos escolherão presidente, deputados e prefeitos para o período 2010-2014, “são uma expressão inamovível da vontade soberana” do povo de Honduras.

Assim como fez na segunda-feira o secretário de Estado adjunto americano para o Hemisfério Ocidental, Arturo Valenzuela, o Departamento de Estado dos EUA reiterou que “eleições livres, transparentes e justas são necessárias, mas não suficientes, para que Honduras restabeleça a ordem democrática e constitucional”.

Kelly destacou que, por esta razão, os EUA, junto com outros países da América, continuarão apoiando a aplicação do Acordo Tegucigalpa-San José “como uma via democrática para os hondurenhos seguirem adiante”.

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