As centrais, que serão erguidas no complexo de Chashma, na província paquistanesa de Punjab (leste), vão produzir, cada uma, cerca de 340 megawatts de energia.
Segundo o jornal econômico “Business Recorder”, a construção das usinas custará US$ 2,374 bilhões, e mais da metade deste valor – US$ US$ 1,750 bilhão – será disponibilizado por investidores estrangeiros.
Uma fonte diplomática também disse que “o presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, chegou a um acordo com as autoridades chinesas em sua última visita oficial ao país”, em fevereiro deste ano.
De acordo com a fonte, a China enviará engenheiros às novas instalações, e, devido à necessidade de o Paquistão fazer frente a seu grande déficit em matéria de energia, atualmente de 3.500 megawatts, também existem planos de prospecção e enriquecimento de urânio.
Na sexta-feira, quando acontece uma conferência internacional em Tóquio (Japão), o Paquistão espera receber doações de até US$ 6,250 bilhões para projetos de segurança, energia ou desenvolvimento.
As contribuições serão feitas pelos países que integram a plataforma de apoio político e econômico Amigos do Paquistão, disse à Efe outra fonte diplomática.