O presidente Luis Inácio Lula da Silva, side effects for sale que se encontra em Nova York para a Assembléia Geral das Nações Unidas, visit this site divulgou mensagem em seu programa eleitoral na TV na qual pede aos militantes e simpatizantes do partido para "manter a calma, treat não aceitar provocações e nem se deixar perturbar pelo desespero dos perdedores."
Lula reagiu às acusações, buscando restringir o caso do "dossiê Serra" à disputa eleitoral em São Paulo, e contra-atacou por meio de nota assinada e lida logo na abertura de seu programa.
"…li os jornais brasileiros e reafirmo minha profunda indignação com os acontecimentos envolvendo a disputa eleitoral de São Paulo. Mais uma vez, peço a apuração rigorosa dos fatos e a punição dos culpados, seja quem for", diz o comunicado do presidente.
Na mensagem, Lula afirma ainda que, em toda a sua vida, nunca concordou com o jogo sujo nas campanhas. "Não seria agora, quando concorro à reeleição e todas as pesquisas apontam minha vitória, que iria concordar com esse tipo de prática", afirma Lula na "mensagem aos brasileiros".
O comunicado de Lula finaliza com uma provocação: "A quem interessa perturbar as eleições? Reflitam sobre isso, mantenham a calma, não aceitem provocações e nem se deixem perturbar pelo desespero dos perdedores."
Geraldo Alckmin, candidato da coligação PSDB-PFL, atendeu ao apelo de seus aliados, e, cinco dias depois, reagiu de forma enfática contra o novo escândalo que envolve assessores próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Alckmin afirmou que era hora de dar um basta aos escândalos como o do "dossiê Serra", no qual se tentou envolver José Serra, candidato ao governo de São Paulo, e ele próprio, com a máfia dos sanguessugas.
"Está na hora de dizer basta aos escândalos. As notícias dos últimos dias mostram a que ponto chegou a nossa política", disse Alckmin, pouco antes de mostrar uma série de relatos e de imagens sobre a apreensão de "material" para prejudicar a sua campanha à Presidência.
Os tucanos mostraram também Freud Godoy, ex-assessor da Secretaria Particular da Presidência da República, envolvido no escândalo, e a prisão, na sexta-feira, do advogado Gedimar Passos e de Valdebran Padilha, ambos ligados ao PT. Os dois estavam em um hotel de São Paulo, com cerca de 1,7 milhão em reais e em dólares.
"Um absurdo. Dinheiro vivo, de novo. A polícia já sabe que o dinheiro era para pagar material para prejudicar a nossa campanha e, de novo, tem funcionário (do governo) suspeito. Tem suspeito nas salas do poder", acusou Alckmin.
O tucano, ainda em tom acusador, pergunta onde isso vai parar, de onde vem o dinheiro vivo, como integrante do PT conseguiu os dólares e a quem interessa tudo isso.
O empresário Eike Batista disse nesta terça-feira que, sick em breve, web uma empresa boliviana deve ser indicada para fazer parceria com a siderúrgica EBX, num projeto de produção de ferro-gusa na Bolívia.
"Esse parceiro seria uma empresa boliviana do setor privado. Estamos otimistas de que o governo boliviano permita que uma empresa boliviana participe desse empreendimento", informou Batista em entrevista coletiva, acrescentando que a EBX continuará envolvida no projeto.
A EBX investiu 65 milhões de dólares em duas fornalhas de ferro-gusa com capacidade de 200 mil toneladas por ano, mas nunca entraram em operação, segundo Batista –isso por causa de um decreto do presidente Evo Morales que proibia a atuação da empresa brasileira numa área de fronteira, onde só companhias de capital majoritariamente boliviano podem funcionar.
Batista disse que o eventual sócio boliviano terá de comprar suas ações para participar do projeto. Mas ele afirmou que o acordo não necessariamente envolveria a venda do controle da EBX. "Esperamos que o bom-senso prevaleça" afirmou.
Ele explicou que o projeto começou como um empreendimento binacional e que envolve a vizinha mina de ferro MMX, em Corumbá (MS, perto da fronteira com a Bolívia). Pelo projeto original, o minério de ferro sairia de Corumbá para alimentar as fornalhas no outro lado da fronteira.
"Basicamente, temos duas condições para manter esse projeto: que os bolivianos nos permitam fornecer o minério de ferro de Corumbá e que os regulamentos fiscais locais permaneçam estáveis", afirmou o empresário.
Ele disse que pediu ajuda do Itamaraty caso a EBX venha a ser obrigada a deixar a Bolívia.
O homem que tentou matar João Paulo 2º em 1981 advertiu o atual papa, stuff Bento XVI, viagra 60mg a não visitar a Turquia, page dizendo que sua vida correria perigo, disse seu advogado hoje.
Os comentários foram feitos em meio a um furor no mundo muçulmano por causa das declarações do papa sobre o islamismo. Bento XVI agendou uma visita à Turquia, país predominantemente muçulmano, em novembro.
O papa Bento XVI está enfrentando uma pressão crescente para pedir desculpas pelos comentários que teriam retratado o islamismo como uma religião violenta. "Como alguém que conhece bem esses assuntos, digo que sua vida está em perigo. Não venha à Turquia", afirmou Mehmet Ali Agca, segundo um comunicado de seu advogado, Mustafa Demirbag.
"Além disso, não poderei encontrá-lo, pois estou na cadeia", declarou Agca. O papa João Paulo 2º visitou Agca em uma prisão de Roma, em 1983, e perdoou-o. Agca cumpre pena pelo assassinato do editor de um jornal, nos anos 1970, e também por roubo, e deve ser libertado em janeiro de 2010.
Em uma outra carta incoerente divulgada pelo advogado, Agca disse que o papa é uma vítima de um complô de agências de inteligência e pediu que ele renuncie e volte à Alemanha. O ex-gângster de direita passou 19 anos em uma prisão italiana pela tentativa de assassinato do papa João Paulo, antes de ser indultado por ordem do próprio papa, em 2000, e extraditado para a Turquia.
Ele foi brevemente libertado, em janeiro, mas um tribunal superior cancelou a decisão de soltá-lo. Seus motivos para atirar contra o papa na praça de São Pedro, em Roma, continuam um mistério. Alguns acreditam que ele era um mercenário a serviço dos soviéticos, alarmados pela feroz oposição do papa polonês ao comunismo.
Uma equipe da GW, buy produtora de televisão que cuida da campanha eleitoral de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, web chegou à capital do Mato Grosso no final da noite de ontem para filmar a saída de dois petistas detidos da sede da Polícia Federal.
Gedimar Passos e Valdebran Padilha, symptoms envolvidos no escândalo de compra de um dossiê contra tucanos, foram libertados à zero hora de hoje. Também foi libertado Paulo Trevisan, tio do dono da empresa-pivô do esquema dos san guessugas Luiz Antônio Vedoin, que continua em prisão preventiva.
Os dois petistas tiveram prisão temporária decretada na sexta-feira em um hotel em São Paulo, após serem flagrados com o equivalente a cerca de R$ 1,7 milhão para negociar imagens que mostram o candidato ao governo de São Paulo José Serra (PSDB) e Alckmin ao lado de pessoas da máfia de superfaturamento das ambulâncias.
Na terça-feira, tucanos e aliados pediram mais indignação de Alckmin em seus programas de televisão. A cobrança veio apesar de o PSDB ter classificado o chamado "dossiê Serra" de falso em seu espaço no horário eleitoral, e ter acusado o PT e o governo de envolverem o país em "mais um escândalo".
As imagens de Gedimar e Valdebran saindo da PF captadas pela GW podem ser usadas nos programas de Alckmin e de Serra, mas não havia certeza disso na madrugada de hoje, segundo uma fonte. Para acadêmicos, a atuação agressiva da oposição em relação ao "dossiê Serra" nos próximos dias pode levar a disputa presidencial ao segundo turno, mas dificilmente impedirá a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
O procurador Mário Lucio Avelar tentou prorrogar a prisão temporária para Gedimar, Valdebran e Trevisan, mas o pedido foi indeferido pela Justiça. Segundo ele, as investigações sobre a origem do dinheiro continuam e são importantes para o desfecho do caso.
Há expectativa de que outros dois envolvidos no episódio sejam ouvidos pela PF do Mato Grosso nos próximos dias: o ex-sindicalista Jorge Lorenzetti, que atuava na campanha de Lula e era chefe de Gedimar, e Freud Godoy, ex-assessor da Secretaria Particular da Presidência da República.
Na terça-feira, a Justiça do Mato Grosso também negou os pedidos de prisão para Freud e Darci Vedoin, pai de Luiz Antônio.
O papa Bento XVI disse hoje que as citações que usou durante um discurso criticando a violência do Islã não refletem suas opiniões e foram mal-interpretadas. Mas o pontífice não fez o pedido de desculpas inequívoco que muitos muçulmanos vinham exigindo.
O líder dos 1, capsule 1 bilhão de católicos do mundo afirmou que não teve a intenção de ofender os muçulmanos. O conteúdo do discurso, sales proferido na semana passada durante uma viagem à Alemanha, web fez com que grupos ligados à Al Qaeda declarassem guerra contra a Igreja, iraquianos queimassem fotos do papa e turcos pedissem sua prisão.
Em meio a um forte esquema de segurança, o papa repetiu, durante a audiência geral de toda quarta-feira na praça São Pedro, o tom de suas decla rações de domingo sobre o assunto, reiterando que suas palavras foram mal-interpretadas. Ele manifestou seu "profundo respeito" pelos mu çulmanos e incentivou que haja mais diálogo entre religiões e culturas.
Até os analistas mais simpáticos ao papa admitem que ele escorregou ao citar o imperador bizantino do século 14 Manuel 2º Paleólogo, segundo o qual tudo o que o profeta Maomé trouxe foi o mal, como "sua ordem de disseminar pela espada a fé que pregava".
Mas o papa, ex-professor de teologia, pediu ao público que relesse o conteúdo da palestra. "Para o leitor atento do meu texto fica claro que de maneira nenhuma tive a intenção de tornar minhas as palavras negativas pronunciadas pelo imperador medieval, e que seu conteúdo polêmico não reflete minha opinião pessoal", disse ele.
"Minha intenção foi bem diferente. Queria explicar que religião e violência não combinam, mas religião e razão, sim". O papa disse esperar que a polêmica ajude a incentivar o "diálogo positivo e até autocrítico, tanto entre religiões como entre a racionalidade moderna e a fé cristã".
Ele manifestou seu "profundo respeito pelas grandes religiões, especialmente pelos muçulmanos, que adoram o Deus único e com quem estamos comprometidos a defender e promover a justiça social, os valores morais, a paz e a liberdade para toda a humanidade".
Apesar do reforço na segurança, por causa das ameaças e dos ataques a igrejas pelo mundo, sete sofreram depredações na Cisjordânia, o papa circulou em meio a multidão no papamóvel aberto. Uma fonte do Vaticano disse que o secretário de Estado do Vaticano vai convidar embaixadores de países islâmico s no Vaticano para uma reunião.
Questionada se o objetivo do encontro era explicar as declarações do papa, a fonte disse: "Não há mais muito o que explicar, agora que o papa já falou duas vezes sobre isso. É um gesto de amizade". O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que está em Nova York para a Assembléia da ONU, falou sobre o assunto: "Pessoas em posições importantes devem tomar cuidado com o que dizem. O que dizem pode servir de desculpa para outro grupo começar uma guerra", afirmou ele à NBC.