O veterano estadista israelense Shimon Peres, approved medicine de 84 anos, online será o próximo presidente de Israel, unhealthy depois que seus dois adversários, Reuven Rivlin (Likud) e Colette Avital (Partido Trabalhista) retirarem hoje sua candidatura.
Na primeira votação, Peres obteve 58 votos – três a menos que a metade mais um necessários -, enquanto seus rivais Rivlin e Avital conseguiram 31 e 21, respectivamente.
Após essa primeira votação, Rivlin e Avital anunciaram sua renúncia.
A nomeação de Peres como chefe do Estado representa a anotação final de uma longa carreira política na qual, entre outros, foi primeiro-ministro e obteve o prêmio Nobel da Paz por sua contribuição ao processo de paz.
A presidente do Parlamento (Knesset), Dalia Itzik, informou que, no primeiro turno, todos os 120 legisladores participaram da votação secreta, na qual houve três votos em branco e outro foi cancelado.
Itzik é presidente interino, pois o titular, Moshé Katsav, se afastou do cargo em 24 de janeiro, devido às suspeitas de graves crimes sexuais.
O mandato legal de Katsav, de 62 anos, que alega inocência, termina este mês.
O Parlamento deve ratificar hoje a nomeação de Peres, o nono presidente do Estado de Israel, que assumirá dentro de duas semanas.
O Papa Bento XVI lembrou hoje os momentos ao longo da história nos quais a Palavra de Deus foi combatida pelos pagãos e pediu que a história da Igreja seja lida não com uma predisposição sensacionalista ou escandalosa, medications mas buscando os sinais do amor de Deus.
Bento XVI fez estas declarações diante de aproximadamente 30 mil pessoas que assistiam, web na praça São Pedro, online à audiência pública das quartas-feiras, cuja catequese dedicou à figura de Eusébio, bispo de Cesaréia, que viveu entre 260 e 337 d.C.
Eusébio é o autor de dez livros sobre História Eclesiástica, nos quais narra os primeiros séculos da Igreja. Bento XVI citou os escritos ao ressaltar que, já naquela época, havia “promotores de uma falsa doutrina”.
“Como lobos cruéis devastaram desumanamente o rebanho de Cristo. Com quantos meios naqueles tempos os pagãos combateram a Palavra Divina!”, destacou o Papa, que acrescentou que também houve homens “grandes” que, para defender Deus, “passaram por duras provas de sangue e de torturas”.
O Bispo de Roma afirmou que, em seus livros, Eusébio revela o mistério do amor de Deus pelos homens através dos tempos e que o conhecimento dessa história “não só atrai a curiosidade, mas convida à conversão, a sermos verdadeiras testemunhas da vida cristã”.
O Papa pediu aos fiéis que leiam a história da Igreja “não com a predisposição de quem se interessa só por simples curiosidade ou buscando o sensacionalismo ou o escândalo a qualquer preço, mas buscando os sinais do amor de Deus e as grandes obras de salvação que realizou”.
A busca do amor de Deus, segundo o Papa, é a resposta “mais coerente e generosa” de uma vida cristã.