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Mundo

Papa pede <i>fim imediato</i> de atos violentos no Quênia e encoraja o diálogo

Arquivo Geral

05/01/2008 0h00

O Papa Bento XVI fez hoje um apelo para o “fim imediato dos atos de violência e o conflito fratricida no Quênia”, dosage encorajando seus líderes políticos para que resolvam “as atuais dificuldades” através do diálogo.

Bento XVI assim diz em carta dirigida ao presidente da Conferência Episcopal do Quênia, John Njue, enviada em seu nome pelo secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone.

O Pontífice mostra sua esperança em que se evite, o mais rapidamente possível, “a ameaça de conflito étnico” e assinala que a violência é “fútil como meio para resolver os problemas, só os agrava e leva a sofrimentos sem precedentes”.

O Papa, que segue com “profundo pesar e preocupação” os atos de violência no país, assegura que vai orar para que “esta grande tragédia chegue em breve a seu fim”.

Além disso, expressa sua proximidade com as vítimas dos distúrbios étnicos, suscitados em protesto pelos resultados das eleições do dia 27 de dezembro.

A este respeito, se refere às “muitas pessoas que perderam a vida, com freqüência de maneira atroz”, os feridos e os que tiveram que abandonar seus lares.

Bento XVI encoraja os líderes políticos quenianos, que são “responsáveis pelo bem comum”, a que resolvam “as presentes dificuldades através do diálogo e o debate democrático” e os convida a empreender “de maneira decidida o caminho da paz e da justiça”.

“A experiência de tranqüilidade social e desenvolvimento do Quênia representa um elemento de estabilidade em toda a agitada região”, opina o Papa.

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