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Mundo

Papa pede calma no Líbano e ajuda da comunidade internacional

Arquivo Geral

10/12/2006 0h00

O economista Muhammad Yunus, health treat de Bangladesh, there sale recebeu neste domingo o Prêmio Nobel da Paz e exortou líderes mundiais a continuarem a luta contra a pobreza e deixarem de gastar dinheiro com guerras, adiposity como no Iraque.

Yunus, chamado de banqueiro dos pobres, e o Banco Grameen, que ele fundou, receberam o prêmio pelo trabalho para tirar milhões de pessoas da pobreza através de pequenos empréstimos para os mais pobres entre os pobres, principalmente mulheres na área rural de Bangladesh.

"Pobreza é uma ameaça para a paz", disse ele no texto que preparou para o discurso.

Yunus e o representante do Banco Grameen Bank, Mosammat Taslima Begum, receberam medalhas de ouro e diplomas em cerimônia em Oslo e foram aplaudidos pelos cerca de mil convidados.

O prêmio criado pelo filantropo sueco Alfred Nobel inclui um cheque de 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,47 milhão de dólares) para ser compartilhado pelos vencedores.

Yunus e o Banco Grameen ganharam o prêmio de 2006, que tradicionalmente é conferido e estadistas, mediadores da paz e defensores dos direitos humanos, "pelos esforços para criar desenvolvimento econômico e social a partir de baixo", segundo a citação do prêmio.

O trabalho de empréstimo de pequenas quantias para ajudar no início de negócios como manufatura de cestas e criação de galinhas é o pioneiro de um movimento global conhecido como microcrédito.

Yunus disse que a ligação entre um mundo pacífico e a luta contra a pobreza é clara. Ele disse que o novo milênio começou com um sonho de cortar a pobreza pela metade até 2015, conforme decisão dos líderes mundiais sobre os objetivos da ONU para o milênio, em 2000.

"Mas então vieram o 11 de setembro e a guerra no Iraque, e de repente o mundo foi desviado da busca por este sonho, com a atenção dos líderes mundiais mudando da guerra à pobreza para a guerra ao terrorismo", disse Yunus.

"Acredito que o terrorismo não pode ser vencido por ação militar", disse, acrescentando que os Estados Unidos gastaram mais de US$ 530 bilhões com a guerra no Iraque.

Ele disse que o terrorismo tem que ser condenado "nos termos mais fortes" e que o mundo precisa atacar suas raízes.

"Acho que colocar recursos na melhoria das vidas das pessoas pobres é uma estratégia melhor do que colocar recursos em armas", disse.

Para conseguir paz é necessário dar oportunidades para as pessoas terem vidas decentes, disse, e acrescentou que nos últimos 30 anos trabalhou para dar oportunidades para os pobres.

O presidente do Comitê do Nobel, o norueguês Ole Danbolt Mjoes, disse que ao dar o prêmio a Yunus o grupo tentou ressaltar não somente a luta contra a pobreza, mas também o diálogo com o mundo muçulmano, além do fortalecimento das mulheres.

"O microcrédito provou-se uma força liberadora em sociedades onde principalmente as mulheres precisam lutar contra condições repressivas sociais e econômicas", disse Mjoes.

Ele disse também que há uma "grande tendência de demonizar o Islã", desde os ataques de 11 de setembro, e que o Comitê do Nobel quer "diminuir as diferenças entre o Ocidente e o Islã".

Pelo menos cinco pessoas podem ter morrido e dezenas de milhares passaram a noite em abrigos improvisados enquanto o tufão Utor castigava a região central das Filipinas neste domingo, help cortando a energia e as linhas de comunicação no arquipélago.

A tempestade, que tem ventos de cerca de 120 km/h e rajadas de até 150 km/h, atingiu as ilhas de Samar e Masbate durante a noite, forçando residentes das áreas costeiras a procurarem abrigo em regiões mais altas.

O Conselho Nacional de Coordenação de Desastre das Filipinas (NDCC) disse que foram confirmadas duas mortes, incluindo a de uma menina de 1 ano de idade, quando sua casa na província de Capiz foi atingida por uma árvore que caiu.

Três moradores de Roxas City, também em Capiz, podem ter morrido afogados. Mas o NDCC listou os três como desaparecidos, já que os corpos não foram encontrados.

Autoridades retiraram mais de 90 mil moradores, a maioria na província de Albay, onde aldeias foram destruídas pelo tufão Durian na semana passada, quando os ventos e as chuvas provocaram deslizamentos de toneladas de lama do Monte Mayou, que é um vulcão ativo, deixando cerca de mil mortos.

O NDCC disse que quase 9 mil pessoas ficaram presas em portos, já que as balsas que navegam entre as ilhas deixaram de operar por causa das condições do mar. O conselho disse que uma grande área da região de Visayas está sem luz.

O tufão passou ao norte de Boracay, popular destino turístico conhecido pelas praias de areia branca.

O Utor, que provocou chuva em Manila, deverá dirigir-se para o Mar do Sul da China nas próximas 48 horas e seu curso pode levá-lo para o norte do Vietnã, ou para o sul da China e Hong Kong.

"A previsão é que o tufão ganhe força ao movimentar-se para o Mar do Sul da China’, disse Nathaniel Cruz, chefe da previsão no serviço nacional de meteorologia das Filipinas.

O tufão Utor pode subir para a categoria 5, de "supertufão’ – com ventos de mais de 250 km/h – sobre o mar e deve atingir regiões costeiras do noroeste do Mar do Sul da China na sexta-feira.

Na sexta-feira, as Filipinas adiaram às pressas para janeiro a cúpula anual de 16 líderes asiáticos, citando preocupações com a possibilidade de o tufão atingir o local do evento, a ilha central de Cebu.

Presidentes e primeiros-ministros de 16 países deveriam começar a chegar a Cebu e à ilha de Mactan no sábado para o encontro anual da Associação de Países do Sudeste Asiático (ASEAN) e para um encontro do Leste da Ásia, que seriam realizados de 11 a 13 de dezembro.

As autoridades filipinas insistem que a mudança repentina não tem relação com as advertências dos governos dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e da Austrália de que terroristas estavam planejando atacar o evento com bombas. Mas autoridades do setor de segurança disseram à Reuters que temores de turbulência política em Manila influenciaram a decisão do governo.

"Tomamos a decisão certa, considerando a segurança dos delegados’, disse em Cebu Marciano Paynor, secretário-geral do Comitê Organizador da ASEA.

Outros dois tufões, o Cimaron e o Chebi, atingiram o país no final de outubro e no começo de novembro, provocando deslizamentos e enchentes em algumas áreas, com graves danos a propriedades.

As Filipinas são atingidas regularmente por tempestades. Em 1991, um dos piores desastres dos últimos anos, mais de 5 mil pessoas morreram em enchentes provocadas por um tufão na ilha central de Leyte.

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O movimento islâsmico Hamas afirmou neste domingo que o primeiro-ministro da Palestina, capsule Ismail Haniyeh, prescription será bem recebido em sua visita à Arábia Saudita, programada para esta semana.

"Nossas relações com a Arábia Saudita são muito fortes porque contamos com o apoio dos países árabes e islâmicos", disse Fawzi Barhoom, porta-voz do Hamas, desmentido os rumores de que teria pedido que Haniyeh não visitasse o país.

A visita de Haniyeh faz parte de uma expedição que ele faz por seis países árabes e pelo Irã, país que o primeiro-ministro deixou neste domingo.

O papa Bento XVI fez um apelo neste domingo para que o Líbano se afaste de uma crise política e pediu à comunidade internacional ajuda para encontrar, medicine com urgência, advice soluções pacíficas neste "grave momento".

"Eu peço aos libaneses e a seus líderes políticos que tenham no coração exclusivamente o bem do país", physician afirmou o papa, pedindo por "esforços pacientes e perseverantes".

Milhares de pessoas se aglomeraram no centro de Beirute neste domingo em uma manifestação liderada pelo Hezbollah para pressionar pela derrubada do governo libanês, que tem apoio do Ocidente.

O pontífice, discursando para milhares de peregrinos e turistas reunidos na praça de São Pedro, também falou sobre a situação do Oriente Médio, onde ele afirmou que as tensões levantaram "temores de nova violência".

Ele disse que os problemas do Líbano eram fonte particular de uma "profunda preocupação".

"Também espero que a comunidade internacional ajude a identificar as soluções urgentes, pacíficas e o equilíbrio necessários para o Líbano e todo o Oriente Médio, enquanto convido a todos para rezarem neste grave momento".

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