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Mundo

Papa defende restabelecimento de relações diplomáticas com China

Arquivo Geral

30/06/2007 0h00

O governador do Rio de Janeiro, see information pills Sérgio Cabral Filho, pills disse hoje (30) que não há clima de apreensão entre as forças de segurança do estado por causa de possíveis ações criminosas em represália à ocupação policial no complexo de favelas do morro do Alemão, na zona Norte da cidade.

Segundo o governador, a polícia está em estado de atenção. “O alerta é permanente, de uma polícia que está cumprindo o seu papel”, afirmou, acrescentando que as ações são “contundentes” e que continuarão assim durante todo o seu governo.

“Temos que ter precauções e ações permanentes da nossa polícia em função de estarmos enfrentando uma criminalidade fortemente armada, como tem sido comprovado. Evidentemente, a polícia tem que tomar suas medidas e suas estratégias, não só para as ações de combate ao crime, como na retaguarda”.

Para Cabral, as ações de enfrentamento entre policiais e traficantes não prejudicam a imagem da cidade a poucos dias dos Jogos Pan-americanos 2007. Mas reforçam que o estado está cumprindo o seu papel. “É uma imagem que fortalece o ambiente de segurança no Rio, porque mostra uma polícia que age”.

A ocupação no Complexo do Alemão completa hoje 58 dias. Nesse período, quase 80 pessoas ficaram feridas e houve 46 mortes, sendo 19 na última quarta-feira (27). Na ocasião, mais de 1,3 mil homens das polícias civil e militar e da Força Nacional de Segurança realizaram uma megaoperação nas favelas.

Um homem foi preso ontem em Brazlândia depois de simular uma agressão. Edvan Honorato da Silva de 38 anos, diagnosis alegou que a esposa, Delma Maria dos Reis da Silva, também com 38 anos, o acertou com duas facadas na barriga.

A polícia foi chamada durante a madrugada e os dois, Edvan e Delma, foram levados à Delegacia. No local, Edvan acusava a esposa, que negava ter cometido o crime. Depois de investigar o caso, a polícia concluiu que Edvan se feriu com a faca para acusar a esposa.

Após a conclusão do caso, Edvan foi preso. Porém, foi liberado após assinar um termo de compromisso.


Três traficantes de drogas foram presos na noite de ontem na zona central de Brasília. Durante as prisões, cure os policiais apreenderam pedras de crack, information pills latas de merla, celulares e dinheiro em espécie.

No plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, Íris Andrade da Silva foi surpreendida e presa por estar na posse de 41 pedras de crack. Com ela, os policiais também encontraram dois celulares e R$ 668 em dinheiro. Íris foi encaminhada à Penitenciária Feminina.

Na quadra 5 do Setor Comercial Sul, policiais militares prenderam Eduardo Pereira Oliveira e Ana Paula Ribeiro Silva. Os dois estavam com 20 pedras de crack e oito latas de merla. Eduardo foi levado ao Departamento de Polícia Especializada e Ana Paula à Penitenciária Feminina.


A Polícia deteve em Oviedo, link no norte da Espanha, treze pessoas de nacionalidade brasileira, colombiana e espanhola pertencentes a uma organização criminosa dedicada ao tráfico de homens e mulheres para serem explorados sexualmente e à lavagem de dinheiro. A investigação que levou à detenção destas pessoas durou nove meses.

Segundo a Polícia, os lucros que os detidos obtinham, após passar por um procedimento de lavagem de dinheiro, lhes permitiu criar “um autêntico negócio imobiliário”, com várias posses na Espanha e na Colômbia.

Alguns destes locais eram usados como “casas de entrevistas” para alojar e prostituir as pessoas que eram levadas para estes países.

A investigação começou devido a declarações concedidas por “testemunhas protegidas” de várias vítimas que estavam sendo obrigadas a se prostituir e que tinham conseguido escapar da rede. A captação de pessoas era realizada em vários países da América do Sul.

Algumas destas pessoas foram convencidas a viajar à Espanha com a promessa de um emprego, embora em outros casos eram conscientes de que trabalhariam no mundo da prostituição, mas em condições trabalhistas e econômicas muito diferentes das que encontraram.

A organização financiava as passagens de avião e qualquer outra despesa derivada da viagem destas pessoas.

Na Espanha, membros da rede levavam estas pessoas a apartamentos em Oviedo onde eram informadas de que tinham sido enganadas e que sua verdadeira função era a de se prostituir. Os que já sabiam disso conheciam suas verdadeiras condições de trabalho.

Desse modo começava “o verdadeiro calvário destas pessoas que praticamente estavam seqüestradas, vivendo em condições de absoluta miséria e aglomeração”, afirmou a Polícia.
O Papa Bento XVI disse que pretende restabelecer relações diplomáticas com a China, doctor o que, website segundo o Vaticano, significaria a transferência da Nunciatura de Taipé (Taiwan) para Pequim.

Em carta aos católicos chineses publicada hoje pelo Vaticano, o Pontífice também defende um acordo com o Governo da China para a nomeação de bispos, reafirma “seu amor e sua proximidade” com a comunidade católica do país e frisa a disponibilidade da Santa Sé de continuar dialogando com as autoridades comunistas locais.

Na mensagem, de 54 páginas, o Pontífice exige ainda liberdade religiosa, ao dizer que a “clandestinidade não combina com a normalidade da vida da Igreja” e que “só se recorre a ela quando é preciso manter a integridade da fé”.

No documento mais importante que escreveu até agora sobre a China, o Papa destaca os sofrimentos que os católicos do país padecem e mostra seu “desconcerto” diante das “graves dificuldades, incompreensões e hostilidades que a Igreja sofre ainda hoje”.

Embora o texto seja dirigido aos católicos, o Papa envia uma mensagem às autoridades comunistas e expressa sua disponibilidade para continuar dialogando “para superar as incompreensões do passado “e trabalhar juntos para o bem do povo chinês e da paz no mundo”.

“Sei que a normalização das relações com a República Popular da China precisa de tempo. A Santa Sé estará sempre disponível a negociações”, escreveu o Papa, que acrescentou que a Igreja Católica sempre respeitou “as autoridades legítimas” dos países e “não pretende interferir em assuntos internos”.

Com isso, os observadores vaticanos respondem a uma das acusações das autoridades chinesas, que exigem a não-interferência nos assuntos internos para restabelecer relações.

Embora a carta não se refira ao assunto, o Vaticano afirmou neste sábado que, “caso se chegue a um acordo, a mudança da Nunciatura (embaixada) da Santa Sé de Taipé para Pequim “pode acontecer a qualquer momento”.

Bento XVI ressaltou que a Igreja Católica não pede “nenhum privilégio” à China e só pretende que se garanta aos católicos o pleno exercício da fé, “respeitando uma autêntica liberdade religiosa”. De acordo com dados divulgados hoje pelo Vaticano, existem entre 8 e 12 milhões de católicos na China.

Os católicos chineses estão divididos entre os que integram a Igreja oficial – controlada pelo Governo comunista, conhecida como Patriótica – e os que fazem parte da clandestina, em comunhão com Roma e perseguida pelo regime comunista. Na mensagem, Bento XVI ignorou a Igreja Patriótica, ao considerar que a igreja na China é “só uma”.

Ao comentar a carta, o Vaticano afirmou que “as duas comunidades querem se unir ao Papa, as duas sofrem e não se pode dizer que os bons e os fiéis estão em apenas uma parte”. O Pontífice convidou os chineses à unidade e à reconciliação.

Um dos empecilhos para as negociações entre o Vaticano e Pequim é a nomeação dos bispos. A Santa Sé reivindica que eles só podem ser nomeados pelo Papa, enquanto a Igreja Patriótica ordenou bispos sem a permissão do Vaticano.

Bento XVI lembrou que uma ordenação episcopal sem mandato pontifício é uma “dolorosa ferida à comunhão eclesiástica e uma grave violação do Código de Direito Canônico”.

Para superar este empecilho, Bento XVI propôs um acordo com Pequim para resolver assuntos como a eleição dos candidatos, a publicação das nomeações e o reconhecimento por parte da autoridade civil.

Na mensagem, o Papa defende os bispos clandestinos e, após ressaltar que eles foram obrigados a viver assim para manter a fé íntegra “e não aceitar ingerências de organismos estatais que tocam a parte íntima da Igreja”, exige que sejam reconhecidos pelas autoridades e que possam expressar sua fé em liberdade.

Bento XVI se mostrou a favor de uma Conferência Episcopal dos bispos chineses e convidou todos os católicos a uma nova evangelização, denunciando que o desenvolvimento econômico está propiciando uma tendência ao materialismo e ao hedonismo.

Na carta, o Papa anulou todas as diretrizes específicas de caráter pastoral que nos últimos anos foram concedidas pela Santa Sé à Igreja chinesa, afirmando que as maiores possibilidades de comunicações existentes hoje permitem seguir as normas canônicas gerais.

O Vaticano e a China não mantêm relações diplomáticas desde 1951, quando Pio XII excomungou dois bispos nomeados pelo Governo chinês, e este, em represália, expulsou o núncio apostólico enviado para o país, que se estabeleceu na ilha de Taiwan.

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