Médicos do ambulatório do Palácio Apostólico de Castelgandolfo retiraram hoje a imobilização de fibra de vidro, semelhante ao gesso, colocada no pulso direito do papa Bento XVI, após a queda sofrida pelo pontífice na madrugada de 17 de julho no chalé alpino de Les Combes.
O Vaticano deu essa informação hoje, em comunicado à imprensa, no qual diz que o pontífice fez também esta manhã uma radiografia de controle, que evidenciou que a fratura sofrida após a queda está totalmente curada.
“O resultado final (dos exames), em termos gerais, pode ser definido como ótimo”, indica a nota, que precisa que Bento XVI fará exercícios de reabilitação para retomar a funcionalidade da região afetada, da qual já deu sinais de recuperação.
Na madrugada de 17 de julho, o papa fraturou o pulso direito ao tropeçar no pé da cama em seu quarto, no chalé da região do Vale de Aosta (norte da Itália), onde passava os primeiros dias de férias, e cair, quando procurava o interruptor de luz em meio à escuridão.
Bento XVI foi levado a um hospital de Aosta, onde foi submetido a uma operação para tratar a fratura e após a qual teve o pulso imobilizado.