As principais facções palestinas presentes no Líbano negaram hoje as informações divulgadas pela imprensa local sobre a infiltração de milicianos nos campos de refugiados para realizar um ataque às vésperas das eleições presidenciais do país.
Segundo a Rádio Líbano, ailment os grupos palestinos assinalaram em comunicado emitido ao término de uma reunião hoje no acampamento de Burj al-Barajneh, viagra 40mg em Beirute, que essas informações são inexatas e sem fundamento.
Além disso, os palestinos negaram qualquer envolvimento na crise política libanesa.
Há poucos dias, o chefe da Frente Popular para a Libertação da Palestina-Comando Geral (FPLP-CG), Ahmed Jibril, que vive em Damasco, afirmou em uma televisão libanesa que não descartava uma onda de violência nos campos de refugiados palestinos antes da escolha presidencial.
A previsão é de que a votação aconteça no dia 21 de novembro, depois de ter sido adiada em três ocasiões pelo desacordo entre o Governo e a oposição parlamentar.
No sábado passado, o Governo libanês advertiu que faria frente a qualquer incidente, como fez no campo de refugiados Nahr el-Bared, no norte do país, que foi palco durante mais de três meses de combates entre Exército e o grupo radical sunita Fatah al-Islam.
Os responsáveis palestinos no Líbano intensificaram durante os últimos dias seus contatos com as autoridades libanesas para evitar qualquer problema.
Segundo a ONU, cerca de 400 mil refugiados palestinos vivem atualmente no Líbano.
Há um ano, o Líbano está imerso em uma profunda crise política após a renúncia de seis ministros da oposição, cinco deles xiitas, crise que se aguçou com a eleição presidencial.