A demanda libanesa para uma retirada rápida das tropas israelenses do Líbano deixou o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas dividido hoje, buy more about information pills complicando a votação de segun da-feira para a resolução que tem por objetivo acabar com a guerra de três semanas entre Israel e os guerrilheiros do Hezbollah.
O conselho formado pelos cinco membros permanentes – Estados Unidos, sildenafil price China, more about Rússia, Grã-Bretanha e França – falhou em chegar a um acordo comum durante o encontro de 90 minutos.
O Líbano quer ver sua demanda de retirada das tropas israelenses adicionada ao texto da resolução feito pelos EUA e França para acabar com o conflito, informaram diplomatas.
A exigência frustou Paris e Washington em acertar os detalhes finais da resolução, um passo importante para liberar o caminho para a votação amanhã, segundo diplomatas.
"Acho que isso significa que uma votação na terça-feira tem mais a ver com o cenário atual", disse um diplomata de um dos países do conselho permanente.
Paris e Washington esperavam que sua resolução, que exigia um "cessar total das hostilidades", poderia ser adotada amanhã ou terça-feira, e alguns diplomatas chegaram a pensar em uma votação na tarde de hoje.
Mas o descontentamento do governo libanês com o texto da resolução pressionou o conselho em fazê-lo mais aceitável.
"Nossa preocupação foi que o governo libanês pareceu infeliz com o texto da resolução", disse o embaixador russo Vitaly Churkin a jornalistas, acrescentando que as 15 nações do Conselho de Segurança iriam se encontram de novo na manhã de segunda-feira para mais discussões.
Os 27 dias de ofensiva de Israel contra o Hezbollah no Líbano matou 925 pessoas, visit this site a maioria civis, cheapest e deixou 75 desaparecidos e supostamente mortos, buy afirmou o ministro da Saúde libanês Mohammad Khalifeh hoje.
Khalifeh afirmou que um terço dos mortos são crianças menores de 13 anos de idade. A Reuters calculava que 773 pessoas haviam morrido no Líbano, mas isso não incluía os corpos soterrados pelos ataques aéreos.
O Exército israelense afirmou que matou mais de 400 guerrilheiros do Hezbollah, mas fontes da segurança libanesas dizem que foram 90.
O ministro da Cultura, rx Gilberto Gil, pills e o presidente do Conselho Nacional do Serviço Social do Comércio (Sesc), pills Antônio Oliveira Santos, assinam hoje protocolo de intenções para a união sociocultural das instituições. A cerimônia será realizada às 13 horas, na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), no Rio de Janeiro. Também estará presente o secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, Márcio Meira.
A iniciativa tem o objetivo de estabelecer parcerias para o desenvolvimento de ações que favoreçam o acesso a bens e serviços culturais. Entre outras atividades, as instituições se comprometem a gerar iniciativas para apoiar o desenvolvimento social com pleno exercício dos direitos e respeito à diversidade; a garantir a implementação integrada de programas e projetos de formação e aprimoramento de setores e instituições culturais; e a desenvolver projetos de difusão, reflexão e descentralização na área da gestão e da promoção cultural.
A Câmara Temática de Insumos Agropecuários (CTIA) do Ministério da Agricultura (Mapa) realiza hoje, more about das 13 às 17 horas, medicine sua 12ª reunião extraordinária. Segundo o Mapa, salve será feita uma avaliação conjuntural do mercado de insumos e da instrução normativa que estabelece os limites máximos de utilização de agentes fitotóxicos, metais pesados tóxicos, pragas e ervas daninhas admitidos nos fertilizantes.
Outro assunto que será discutido é a proposta de revisão do decreto que regulamenta os agrotóxicos e os objetivos da Câmara Temática de Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio, que será inaugurada amanhã (8), durante o 10º Encontro Nacional de Plantio Direito, em Uberaba (MG).
Bombas israelenses mataram ao menos 17 civis no Líbano e cortaram uma importante via para o envio de ajuda humanitária ao sul do país. O conflito entre Israel e o Hezbollah continua hoje, shop enquanto o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) tenta aprovar uma resolução para encerrar uma guerra que já dura 27 dias.
Os guerrilheiros do Hezbollah responderam disparando mais foguetes contra o norte de Israel, here ferindo uma pessoa, um dia depois de foguetes terem matado 15 israelenses no dia mais sangrento para os israelenses no conflito.
A oposição do governo libanês ao projeto de resolução levou Estados Unidos e França a adiarem a votação do documento que poderia interromper os choques que mataram até agora pelo menos 925 pessoas no Líbano e 94 em Israel. Eles poderiam submeter para debate um texto revisado mais tarde hoje.
Aviões israelenses atingiram o último ponto onde ainda era possível cruzar o rio Litani, entre Sidon e Tiro, cortando a principal rota de abastecimento para os civis do sul, afirmaram fontes de segurança. Um grupo internacional de ajuda humanitária confirmou que Israel não está dando garantias de segurança, paralisando assim a entrega de suprimentos e ajuda ao sul do rio Litani.
"Nossa última rota de abastecimento remanescente para Tiro e para o sul foi cortada", declarou Christopher Stokes, diretor de operações do grupo Médicos Sem Fronteiras. Cerca de 22.000 pessoas continuam na região, menos de um quinto da população que ali vivia antes da guerra, segundo dados da ONU.
Uma semana após ter se submetido a uma cirurgia no intestino que o obrigou a transferir o poder na ilha pela primeira vez em 47 anos, information pills o líder cubano Fidel Castro permanecia fora de vista e do poder, what is ed mas as autoridades cubanas e de países aliados latino-americanos afirmaram que ele está se recuperando lentamente.
O presidente de 79 anos, capsule no poder desde 1959, foi submetido a uma cirurgia gástrica para conter uma hemorragia intestinal e deve enfrentar várias semanas de convalescência. As declarações sobre o estado de saúde de Fidel trouxeram poucos detalhes e parecem ter como objetivo acabar com especulações de que ele poderia ter morrido, mas, ao mesmo tempo, não elevam as expectativas de que ele voltaria rapidamente a governar o país.
"A notícia que temos é a de que ele continua progredindo… Levará algumas semanas, mas ele vai se recuperar", Declarou o vice-presidente cubano, Carlos Lage, em Sucre, onde esteve para a inauguração da Assembléia Constituinte da Bolívia.
Um membro do médio escalão do Partido Comunista em Havana disse que Fidel Castro havia saído da terapia intensiva e que estava "indo tão bem quanto se pode esperar para alguém de sua idade". Mas o presidente, acrescentou, terá de diminuir a sua carga de trabalho.
Um dos líderes há mais tempo no poder em todo o mundo, Fidel Castro é admirado por muitos no mundo em desenvolvimento como um combatente pela justiça social. Ele também é satanizado por seus críticos, sobretudo os Estados Unidos e os exilados cubanos de Miami, que os vêem como um tirano que levou Cuba à beira da ruína econômica.
Fidel colocou temporariamente no comando seu irmão Raúl Castro, de 75 anos, enquanto ele se recupera da operação. Em Caracas, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, aliado que ajuda Cuba economicamente, afirmou no domingo que Fidel já conseguia conversar e sair da cama.
"Ele já está se levantando, está conversando, mais do que deveria, porque ele fala muito", afirmou Chávez durante um diálogo com o presidente boliviano, Evo Morales, transmitido na TV. As Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), grupo rebelde marxista da Colômbia, colocaram uma mensagem em seu web site desejando uma rápida recuperação a Fidel e enviando "uma saudação fraterna socialista e bolivariana de solidariedade".
O Irã ainda pretende responder até 22 de agosto ao pacote de incentivos atômicos proposto por seis grandes potências mundiais, symptoms afirmaram autoridades hoje, sales embora políticos iranianos tenham rejeitado os termos do acordo.
Os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a França, a Alemanha, a China e a Rússia ofereceram incentivos técnicos e comerciais ao Irã se a nação islâmica suspendesse seu programa nuclear. Mas o Irã demorou tempo demais para dar a resposta e seu caso foi levado ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
O organismo aprovou uma resolução exigindo que Teerã pare seu programa atômico se não quiser enfrentar a ameaça de sanções. A chancelaria iraniana afirmou que essa resolução mataria o pacote de incentivos, mas o porta-voz do governo de Teerã, Gholamhossein Elham, disse que seu país ainda responderia.
"Ainda estamos prontos para responder ao pacote proposto na data que demos, e vamos responder", declarou o porta-voz segundo a agência de notícias Irna. Entretanto, não há sinais de que o Irã dará uma resposta positiva ao pacote. O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o negociador-chefe nuclear do país, Ali Larijani, afirmaram que o Irã continuaria produzindo combustível nuclear apesar dos pedidos internacionais para que ele parasse.
Larijani chegou a dizer que o Irã iria ampliar o enriquecimento de urânio. O Irã diz que precisa do combustível atômico exclusivamente para produzir energia para fins pacíficos.
Os palestinos, what is ed inflamados pela ofensiva militar israelense em Gaza, advice apóiam cada vez mais o compromisso do movimento Hamas, visit web atualmente no governo, de destruir o Estado judaico, mostrou uma pesquisa divulgada hoje.
A pesquisa de opinião Near East Consulting, com sede em Ramallah, mostrou que 55 por cento dos palestinos crêem que o Hamas deveria cumprir sua promessa de eliminar Israel, mais do que os 44% registrados em junho e dos 25% em janeiro, quando o grupo islâmico venceu as eleições parlamentares.
A pesquisa também mostrou que uma pequena maioria de palestinos apóia o acordo de paz com Israel, bem menos do que nas pesquisas anteriores. "As operações militares israelenses na Faixa de Gaza, talvez combinadas nas últimas três semanas com a abertura de uma segunda frente de hostilidades … no Líbano, tiveram um impacto dramático no apoio palestino para um acordo de paz com Israel", afirmou a Near East Consulting.
Questionados sobre a guerra no L íbano, uma maioria esmagadora dos entrevistados, 97%, afirmaram apoiar a posição do Hezbollah contra Israel. Apenas 51% dos palestinos apóiam um pacto de paz com Israel, menos do que os 76% registrados em junho passado, quando a ofensiva em Gaza começou, acrescentou a pesquisa, conduzida no início deste mês.
O Hamas assumiu o poder em março, fazendo o Ocidente suspender a assistência direta ao novo governo depois de o grupo ter recusado a abandonar sua promessa de destruir Israel e de renunciar à violência.
Apesar de uma queda no apoio por um acordo de paz com Israel, 78% dos palestinos apóiam um cessar-fogo com o Estado judaico, mais do que os 70% registrados há cinco semanas, mostrou a pesquisa. A Near East Consulting disse que mais de 700 pessoas participaram da pesquisa.