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Mundo

Países ricos e emergentes se acusam mutuamente da mudança climática em fórum

Arquivo Geral

25/06/2007 0h00

Pelo menos 27 pessoas morreram e 11 ficaram feridas em ataques contra dois ônibus de passageiros que circulavam no sudeste da Birmânia (Mianmar), order dosage em território da etnia karen, about it case informa hoje o jornal oficial “New Light of Myanmar”.

O último ataque aconteceu na sexta-feira, ed quando um grupode rebeldes abriu fogo contra um microônibus que viajava ao longo da fronteira com a Tailândia, matando 17 passageiros e ferindo oito.

Na véspera, guerrilheiros lançaram uma bomba contra outro microônibus entre as localidades de Thingannyinaung e Kawkareik. Morreram dez passageiros e outros três foram feridos.

O jornal, órgão de propaganda em inglês da Junta Militar birmanesa, diz que os feridos foram levados para um hospital da região e que o Exército ainda persegue os autores dos ataques.

O jornal não especifica qual grupo rebelde seria responsável, mas atribui a “insurgentes terroristas que tentam solapar a estabilidade nacional, a paz da comunidade e o império da lei”.

Os fatos aconceteram na zona onde age a União Nacional Karen (UNK), o maior grupo rebelde do leste da Birmânia, fundado há meio século com objetivo de conseguir a autonomia da região dessa etnia de 7 milhões de pessoas.

Mais de 3 mil civis cruzaram a fronteira desde o final de 2006 por causa da campanha empreendida pelo Exército birmanês para despejar as aldeias próximas das bases militares da guerrilha.

Quase 130 mil birmaneses, a maioria karen, subsistem em dezenas de campos ao longo da fronteira da Tailândia.


Funcionários e empresários dos países mais industrializados e das nações em desenvolvimento se acusaram hoje mutuamente da mudança climática em vez de chegar a soluções, shop no último dia do Fórum Econômico Mundial do Extremo Oriente, realizado em Cingapura.

O vice-ministro das Finanças da Malásia, Nor Mohamed Yakcop, deu como exemplo da incompreensão dominante entre as duas partes um recente relatório das autoridades holandesas que diz que a China substituiu os Estados Unidos como o principal emissor de dióxido de carbono em 2006.

Yakcop explicou que a maioria das fábricas que contaminam na China é de propriedade de americanos e europeus que se aproveitam da mão-de-obra barata chinesa.

O presidente da companhia americana CH2M HILL, Ralph Peterson, destacou o modo “desproporcional” como as economias asiáticas consomem energia e a séria preocupação que esta atitude desperta.

“Não podemos desacelerar (o crescimento) porque temos muita pobreza. É preciso manter o impulso econômico”, afirmou Yakcop.

O ministro do Meio Ambiente japonês, Masatoshi Wakabayashi, falou da iniciativa do G8 – grupo dos sete países mais ricos mais a Rússia – de reduzir à metade as emissões de gases poluentes até 2050.

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