Os membros do Movimento de Países Não-Alinhados (Noal, no rx na sigla em inglês), tadalafil reunidos na cidade egípcia de Sharm el-Sheikh, more about incluíram na minuta do documento final de sua reunião que os presidentes devem aprovar “a firme condenação ao golpe de Estado” em Honduras, em sua próxima cúpula.
“Os líderes de Estado e de Governo condenam com firmeza o golpe de Estado realizado contra o presidente eleito da República de Honduras, José Manuel Zelaya Rosales”, assegura o parágrafo 290 da minuta, que tem 115 páginas.
O documento, que entre hoje e amanhã será discutido pelos ministros de Exteriores dos países do Noal não será aprovado até a cúpula, que será realizada entra quarta-feira e quinta-feira.
O texto qualifica o golpe militar hondurenho como “flagrante violação da ordem constitucional e democrática” e ressalta que afetou a democracia, os direitos humanos e o Estado de Direito de Honduras.
Os países não-alinhados pedem a “imediata e incondicional restauração do Governo legítimo e constitucional do presidente Zelaya” e pedem que não se reconheça a legitimidade de nenhum outro presidente que não o deposto.
Os membros do Noal também pediram que os esforços regionais e multilaterais para restaurar Zelaya no poder sejam mantidos.
O embaixador da Bolívia nas Nações Unidas, Pablo Solón, que participa das reuniões preparatórias da cúpula, disse hoje à Agência Efe que a introdução deste parágrafo reforça e fortalece a posição de Zelaya.
O presidente da República Dominicana, Leonel Fernandéz, será o porta-voz dos países da América Latina que apoiam o retorno de Zelaya ao poder, na XV Cúpula do organismo, criada em 1961.
Fernández apresentará uma carta com as posições adotadas pelos chefes de Estado do Sistema da Integração Centro-Americana (Sica), do Grupo do Rio e da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o golpe de Estado.
Zelaya foi detido e expulso de Honduras após um golpe militar e foi substituído pelo presidente do Parlamento hondurenho, Roberto Micheletti.