Alemanha, pill França, viagra buy Reino Unido, China, Estados Unidos e Rússia estão de acordo em elaborar uma nova resolução no Conselho de Segurança da ONU com sanções contra o Irã, devido à recusa dos iranianos em suspender o enriquecimento de urânio, disse hoje a porta-voz do Ministério de Exteriores da França, Pascale Andréani.
Representantes do “grupo dos seis” conseguiram um “consenso” em um encontro que realizaram no sábado, em Paris, para trabalhar em uma nova resolução de sanções contra Teerã, com o objetivo de apresentar o texto no Conselho de Segurança da ONU “nas próximas semanas”, disse a porta-voz.
Segundo informa hoje o jornal francês “Le Monde”, a diplomacia francesa vê no consenso entre esses países uma mudança de atitude da China, reticente até agora à imposição de novas sanções ao Irã, país de onde procede 17% do petróleo que importa.
Em troca, Pequim terá obtido dos ocidentais – principais impulsores do projeto – sanções “diluídas”, indica.
As novas sanções podem se limitar, segundo o jornal “Le Monde”, à extensão das listas de entidades e indivíduos iranianos que já são alvo de medidas votadas no passado pelo Conselho de Segurança da ONU (bloqueio de contas, restrição de viagens).
China e Rússia aceitaram o princípio de novas medidas diante da atitude inflexível de Teerã, evidenciada na reunião da sexta-feira passada, em Londres, entre o alto representante de Política Externa e Segurança Comum da União Européia (UE), Javier Solana, e o novo negociador iraniano em matéria nuclear, Sayed Jalili.
Solana qualificou o encontro de “decepcionante” ao término do mesmo, uma fonte diplomática francesa citada pelo “Le Monde” o considerou “desastroso”, já que Jalili declarou enterrado tudo o que tinha proposto seu antecessor no cargo, Ali Larijani, durante meses de contatos, e disse que era preciso começar “do zero”.
Neste contexto, sempre o “Le Monde”, ficou difícil para Moscou e Pequim manter sua oposição a novas sanções, por isso brigaram para que estas fossem limitadas.
A Rússia bloqueou o projeto de impor um embargo internacional sobre as vendas de armas a Teerã, segundo a mesma fonte.