“Estamos de acordo em que um FMI reformado, reforçado com recursos adicionais, é crucial para responder com eficácia e flexibilidade à crise atual”, afirma o documento.
Os ministros da Economia dos países do G7, que iniciaram ontem à noite as reuniões com um jantar de trabalho, fecharam hoje as jornadas de trabalho com um documento final.
O documento acrescenta que “a forte recessão já se traduziu em uma significativa perda de postos de trabalho e durará todo 2009”.
Afirma também que “a excessiva volatilidade e fortes oscilações nas taxas de câmbio têm consequências adversas para a estabilidade econômica e financeira”.
Por isso, os ministros da Economia do G7 se comprometeram “a acompanhar atentamente os mercados de divisas e a colaborar”.
Além disso, o G7 “evitará medidas protecionistas que possam piorar o arrefecimento da economia”, após as preocupantes decisões como a cláusula “Buy American” (comprar produtos americanos) do plano de estímulo econômico americano.
Países como Japão e Canadá, membros do G7 junto com França, Reino Unido, Alemanha, Itália e EUA, já tinham protestado contra essa cláusula, que, segundo eles,o poderia provocar represálias de seus parceiros comerciais.