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Mundo

Pai de Madeleine acha que seqüestrador se escondeu no quarto do hotel

Arquivo Geral

21/09/2007 0h00

Gerry McCann, look pai da menina britânica desaparecida Madeleine, cure acredita que um seqüestrador se escondeu no quarto do hotel onde a criança dormia junto com seus irmãos gêmeos, search quando ele foi ver os filhos, segundo pessoas próximas da família citadas pela imprensa britânica.

McCann, que insiste em sua inocência e a de sua esposa, Kate, no misterioso desaparecimento de sua filha em maio, acredita que o seqüestrador já estava no apartamento quando ele foi ver se Madeleine e seus irmãos estavam dormindo, informa hoje o jornal britânico “Evening Standard”.

Os pais de Madeleine, considerados “suspeitos” pela Polícia portuguesa, estão convencidos – segundo o jornal – de que alguém observou Madeleine durante vários dias enquanto a família passava férias na Praia da Luz, no Algarve português.

Gerry McCann, que na noite do desaparecimento estava jantando com sua esposa e alguns amigos em um restaurante próximo, foi ver se seus filhos estavam dormidos às 21h05, e viu que as crianças estavam bem.

A porta do quarto estava aberta e, embora naquele momento não tenha achado nada estranho, hoje diz ter certeza de que ele havia fechado a mesma.

Gerry McCann disse aos amigos que está convencido de que o seqüestrador abriu o quarto e se escondeu no banheiro do quarto do casal quando ouviu seus passos, disseram pessoas próximas ao “Evening Standard”.

A hipótese dos McCann e dos amigos britânicos que passavam férias com eles é que o seqüestrador entrou pelo pátio e depois saiu por uma janela carregando a menina.

Enquanto isso, o mesmo jornal informa hoje que há um espaço de seis horas – entre 14h29, quando foi tirada a última foto de Madeleine, e 20h30, quando Kate McCann foi jantar com seus amigos – no qual se perde o rastro da mãe e da filha.

A única pessoa que sabe os movimentos das duas durante essas seis horas é Gerry McCann, e uma fonte da Polícia Judiciária portuguesa disse que estão tentando estabelecer o que ocorreu então.

Segundo os detetives, a última foto de Madeleine foi uma tirada pela mãe enquanto a menina, que estava prestes a completar quatro anos, brincava perto da piscina do complexo de apartamentos onde a família passava férias.

Vários jornais britânicos também informam hoje que a Polícia portuguesa interrogou o ex-terrorista holandês Eef Hoos, de 61 anos, atualmente proprietário de um forno onde se incineram cadáveres de animais.

Hoos disse à imprensa que a Polícia o chamou à delegacia e perguntou se ele tinha falado com os pais de Madeleine.

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