“Poucos países têm as possibilidades das quais a Ucrânia dispõe no âmbito do transporte militar, em particular em aviões e helicópteros”, afirmou Di Paola em reunião com o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas, Serguei Kirichenko.
O chefe militar ucraniano confirmou a intenção do país de fazer parte das forças de reação rápida aliada e informou que as primeiras unidades estarão prontas para se somar a essas operações e prestar apoio logístico a partir de 2011.
“Já estamos preparando nossas unidades de aviação militar de transporte e de defesa química, radioativa e biológica para fazer parte das forças de reação rápida da Otan”, explicou Kirichenko, de acordo com a agência “Interfax-Ucrânia”.
O presidente do Comitê Militar da Otan, principal órgão militar da Aliança, formado pelos chefes de Estado-Maior da defesa dos 26 países-membros, pediu também à Ucrânia para participar das operações internacionais contra a pirataria.
“Se o Governo ucraniano decidir que as Forças Armadas devem participar das operações contra os piratas, ofereceremos nossa ajuda”, ressaltou.
Já Kirichenko assegurou que a Marinha ucraniana está disposta a enviar uma fragata ao golfo de Áden caso o Governo tome a “decisão política” de se somar às operações contra a pirataria em alto-mar.