O grupo fez o anúncio em um comunicado divulgado em uma página de internet usada por organizações extremistas islâmicas.
A organização afirmou que um membro da Brigada Abu Omar al-Kurdi -subordinada ao EII- detonou a carga explosiva que levava junto ao corpo no meio de uma reunião realizada na casa do xeque Fayez al-Obeidi, na cidade de Al-Duchma, próxima à cidade de Al-Khales, ao norte de Baquba, capital de Diyala.
A nota destaca que o atentado acabou com a vida de cinco xeques dirigentes do Conselho de Salvação de Diyala, entre eles seu “número dois”, Fayez al-Obeidi, além de um grande número de “apóstatas” presentes à reunião. Por último, o EII revelou que morreram ainda um chefe policial e vários dirigentes locais.
Fontes de segurança haviam informado então que cinco chefes tribais faleceram e outros três ficaram feridos no atentado. O Conselho de Salvação de Diyala foi formado para combater, ao lado das Forças de Segurança iraquianas, a Al Qaeda e os grupos ligados a ela.