Nora Sandigo, diretora-executiva da Fraternidade Americana, disse hoje à Agência Efe que o objetivo é fornecer alimentos, abrigo, remédios e material escolar aos menores que ficam nos EUA sob a custódia de parentes quando seus pais são deportados, e que não recebem atenção adequada por falta de recursos financeiros.
“Busca-se criar consciência nos políticos sobre o dano que estão causando a essas crianças e que as pessoas façam doações de alimentos não perecíveis, fraldas, vitaminas e material escolar”, informou a ativista, de origem nicaraguense.
A organização quer contar com um edifício para poder abrigar as crianças que ficaram só com a mãe ou com parentes que, devido à crise financeira internacional, perderam suas casas e vivem em automóveis.
“Há alguns que, até quando ainda têm onde morar, estão sem água ou energia elétrica há meses”, disse a ativista.
A campanha entrará em vigor em Miami e, no futuro, se estenderá ao resto dos Estados Unidos. EFE